DO ¨PETRÓLEO É NOSSO¨ À REFINARIA DE PASADENA

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Publicada em 30/03/2014 às 00:17:00

Quantos, na década dos anos 50 foram presos, perseguidos, até morreram por gritarem: ¨O Petróleo é Nosso¨. Aos "gringos", tendo o óleo farto dos campos texanos, do oriente médio, nas águas rasas do golfo de Maracaibo, na Venezuela, não interessava o Brasil a ter petróleo e fabricar seus combustíveis. Desafiando a Standard Oil, e os demais componentes do cartel, e aqui dentro, civis e militares golpistas a eles aliados, Getúlio assinou o decreto criando a PETROBRAS. Logo depois, deposto pela mazorca da ¨República do Galeão¨, Getúlio dava um tiro no peito, deixando, na Carta Testamento, denuncia das forças que contra ele se juntaram raivosas após o nascer da PETROBRAS.

Separando o grito do ¨Petróleo é Nosso¨ ontem, da refinaria de Pasadena hoje, há o tempo em que ideais e sonhos foram esquecidos, enquanto a quadrilha dos CEO, tomava conta da estatal e controlava os seus cofres.