UM SARA KUBITSCHECK EM ARACAJU

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Publicada em 12/04/2014 às 11:39:00

O Centro de Reabilitação que começa a ser construído em Aracaju é um projeto em funcionalidade e abrangência podendo ser comparado ao sistema Sara Kubitschek, centros de reabilitação considerados referenciais, instalados, primeiro em Brasília, depois, em Salvador.
O nosso, terá dimensões compatíveis com o tamanho da população a que irá servir, mas, já foi adotado como modelo a ser seguido pelo governo federal. Projetado para aproveitar da melhor forma a ventilação e a luz, o prédio é moderno em todos os sentidos, desde a arquitetura até os equipamentos e os métodos que ali serão implantados. Essa característica mereceu da advogada Lígia Maynard Garcez Silva, um elogio e um agradecimento, que crescem de valor, exatamente por terem partido de quem fez da vida uma cruzada em busca de dignidade e cidadania para os que possuem alguma forma de deficiência; o mesmo foi dito por um deficiente visual, Lucas Aribé, que superou com obstinação e coragem as limitações da cegueira, e é hoje um político, vereador campeão de votos, presença do melhor quilate na vida pública sergipana. Nem é preciso buscar exemplos como esses para mostrar a importância de um Centro de Reabilitação, mas, se faz necessário contar a história do projeto desde o inicio. Durante a campanha de Déda pela conquista do primeiro mandato de governador, Eliane, sua mulher, percorrendo Sergipe, ouviu diversos apelos dos pais que tinham filhos deficientes: ¨Diga a Déda que no governo olhe para os nossos filhos¨.
Eliane nem tinha ainda dado à luz Mateus, quando começou a trabalhar no projeto . Na Secretaria da Inclusão Social formou uma equipe de técnicos entusiasmados com a ideia, mas havia carência de recursos. Resolveu pedir ao deputado federal Jackson Barreto que destinasse recursos de emendas parlamentares para a execução da obra. Jackson foi rápido na resposta, e rápido na montagem de uma emenda de bancada, e Déda mais ágil ainda para conseguir a liberação dos recursos. Com a quantia da emenda de Jackson a obra poderia ter sido iniciada antes, se houvessem sido liberados, no tempo esperado, os recursos que complementariam o custo total, provenientes do PROINVESTE, negados por tanto tempo pela maioria parlamentar que seguia as instruções dos dois Amorim, Edivan, e sua criatura política, o senador Eduardo. Agora, com a garantia dos recursos já liberados do PROINVESTE e a quase certeza da aprovação do PROREDES, dura batalha vencida pelo interesse público que Jackson tão valentemente defendeu, estando a licitação realizada e vencida pela CELI, o governador autorizou o inicio da obra que tornará Sergipe referencia nos cuidados dispensados aos deficientes. Fica exatamente em frente ao Hospital do Câncer, com obras já iniciadas, e que dependiam da aprovação do PROINVESTE. Para o pleno funcionamento do centro especializado, é indispensável que ocorra também a liberação dos recursos previstos no PROREDES.