Penhor da Caixa em Sergipe cresceu 20,08% em aplicações este ano

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto

Publicada em 19/06/2014 às 00:29:00

A linha de Penhor da Caixa Econômica Federal, no estado de Sergipe, terminou 2013 com mais de R$ 45 milhões em aplicações, valor 21,13% maior que em 2012. Nos quatro primeiros meses de 2014, a quantia aplicada foi de R$ 17 milhões, aumento de 20,08% em relação ao mesmo período do ano passado. O penhor é uma operação de crédito rápido, fácil, sem burocracia e com uma das menores taxas do mercado.

Segundo o superintende regional da Caixa, Anacleto Grosbelli, o sucesso do produto se dá pela facilidade de acesso ao crédito e aos juros baixos da modalidade. "O penhor é um produto simples, prático e sem burocracia. Este resultado reflete o atendimento cada vez mais segmentado que a Caixa oferece para este público, principalmente no estado de Sergipe, onde temos gerentes preparados para oferecer as melhores condições de penhor para nossos clientes", explica.

Para obter um empréstimo do Penhor da Caixa, basta levar o bem que será deixado como garantia e os documentos pessoais a uma das 457 agências do banco que trabalham com essa modalidade, em todo o país Podem ser apresentadas joias em ouro ou metais nobres, diamantes, canetas originais de valor e relógios de alto valor ou pratarias autênticas. A joia é avaliada na hora e o empréstimo é liberado em seguida, sem exigência de análise de crédito ou de avalista, já que o bem penhorado é a garantia do crédito.

O pagamento pode ser feito de duas formas: em parcela única, com vencimento em até 180 dias, ou de forma parcelada, em até 60 meses.
No vencimento, ou antes dele, o cliente pode renovar o contrato de parcela única por um novo período, com o pagamento dos juros correspondentes, IOF e TAR (Tarifa de Avaliação e Renovação). A renovação pode ser efetuada em qualquer agência da Caixa e nos terminais de autoatendimento.

Penhor - A linha de Penhor da Caixa fechou o ano de 2013 com um resultado recorde de mais de R$ 1,5 bilhão em carteira, gerando R$ 10,2 bilhões em aplicações, em todo o país, destes, R$ 1,3 bilhão são recursos novos aplicados no mercado em relação a 2012. A previsão é que as aplicações possam chegar a R$ 11,5 bilhões em 2014. Em 2013, o crescimento da aplicação foi de 14,6%, em operações com ticket médio de R$ 1,2 mil, o que representou um incremento de 196 mil novos contratos, em relação a 2012.