Fórum de Educação Popular é realizado em Lagarto

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Aspecto da abertura do Fórum  Internacional de Educação Popular
Aspecto da abertura do Fórum Internacional de Educação Popular

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Publicada em 24/07/2014 às 02:38:00

Ao lado de Anita Freire, viúva do grande educador Paulo Freire, a deputada estadual participou na noite desta terça-feira, 22, a abertura do Fórum de Educação Popular - FREPOP - IX Internacional, em Lagarto. Com uma vasta programação de debates, oficinas, mesas redondas e apresentações culturais, o evento reuniu representantes de vários estados brasileiros, de países da América Latina e da África para debater e trocar experiências acerca de práticas de educação popular.

Inspirado no Fórum Social Mundial, a proposta é que o FREPOP seja um território de partilha de saberes entre educadores e educadoras populares do Brasil e de outros países. Sua realização também é coletiva, pois é resultado de articulações de redes de educação popular que atuam no Brasil e na América Latina.
Esta já é a decima primeira edição do FREPOP, sendo a nona internacional. Mas, pela primeira vez, o evento acontece fora do estado de São Paulo. O Fórum segue até sábado, 26, com uma programação baseada em 12 eixos criados a partir do tema gerador "Educação Popular e Juventude: O que você tem a dizer?".

Anita Freire - Entre os tantos convidados do Fórum, esteve presente Anita Freire, viúva do maior educador popular brasileiro e grande pensador e lutador por uma educação libertadora: Paulo Freire. Após a morte de Paulo, Anita foi uma das grandes responsáveis por dar continuidade à difusão de sua vida e obra.
Em conversa com Anita, Ana Lúcia apresentou a Lei 7.382/2012, de sua autoria, que nomeia Paulo Freire Patrono da Educação Sergipana. Com a lei, deverão ser desenvolvidas atividades pedagógicas, seminários exposições sobre as obras e a história do educador todos os anos na semana que inclua o dia 19 de setembro, data do seu nascimento. "Dentre as várias lições, Paulo Freire nos ensinou que estudar não é um ato de apreender ideias, mas de criá-las e recriá-las", apontou Ana Lúcia.