Jackson fez ruas e avenidas quando foi prefeito, beneficiando toda a cidade

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Asfaltamento de artéria no bairro Santos Dumont
Asfaltamento de artéria no bairro Santos Dumont

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Publicada em 16/08/2014 às 00:30:00

No dicionário Aurélio, o verbo "pavimentar" significa cobrir de revestimento o solo de uma rua, de uma estrada. Na época em que Jackson Barreto foi prefeito de Aracaju (1986 e 1993), ele fez com que Aracaju se tornasse um canteiro de obras, fazendo uma verdadeira revolução no que se refere a infraestrutura, drenagem e pavimentação.

Sempre com o olhar voltado para os mais carentes, predominou em suas ações as realizações de interesse social, beneficiando sobremaneira, a população da periferia da capital.
"Os adversários políticos à época costumavam dizer que o atual governador do Estado, outrora prefeito da Capital, era uma figura por demais carismática e resumia-se a isto. Estavam redondamente enganados, uma vez que não é utopia, nem exagero dizer que Jackson Barreto de Lima como prefeito foi quem mais fez obras para a população carente da nossa capital", recorda o ex-diretor do Departamento de Vias Públicas e diretor de Obras e Infraestrutura da Prefeitura à época, o engenheiro Ubirajara Barreto.
Das prateleiras da memórias, Ubirajara elenca nome por nome as principais vias que cortam o município, além das ruas da periferia que ganhavam asfalto no lugar da terra batida, da piçarra que levantava poeira no verão e virava lama no inverno.
"Foram muitas ruas e avenidas. Lembro-me que as avenidas Hermes Fontes, Beirar Mar, Rio de Janeiro e Tancredo Neves, vias de interligação, elas já existiam. Mas as ruas internas dos bairros não eram pavimentadas. Por isso, ele fez toda a drenagem, terraplanagem e pavimentação do conjunto Princesa Isabel, próximo ao DER, do conjunto mais velho de Aracaju, o Agamenon Magalhães, no bairro José Conrado de Araújo, que foi completamente pavimentado por ele. Além do 18 do Forte, Bugio, Cidade Nova, Alto da Jaqueira, Santa Tereza, Almirante Tamandaré, parte do Japãozinho, parte do Porto D'Anta, todo o Santos Dumont, esse último foi onde ele teve mais presença, era a menina dos olhos dele", relembra o engenheiro.

Jackson também pavimentou os bairros Aracajuzinho, perto do parque da Cidade, Manoel Preto, Sanatório, Palestina, parte do Jardim Centenário, Veneza, uma parte do Siquera Campos, Campo do Vidro, Bairro América, Novo Paraíso, Morro da Várzea, na Atalaia, começou a pavimentação da Coroa do Meio, pavimentou os conjuntos Costa e Silva, Castelo Branco, Médici, Ponto Novo, Jessé Pinto Freire, Bairro Suíssa, toda parte alta do bairro Cirurgia, Salgado Filho, Farolândia, Almirante Tamandaré,  Dom Pedro, bairro Brasília, bairro Industrial, uma parte do bairro Santo Antônio, Ponta da Asa e parte do Lamarão.
"O povo diz que Jackson é muito carismático, mas isso é reflexo do trabalho que ele fez em toda a periferia e foi muito. É inegável a competência tanto política, quanto administrativa de Jackson", finaliza Ubirajara.
 Gratidão - O bairro Santos Dumont recebeu atenção especial de Jackson Barreto, então prefeito de Aracaju.

E dona Maria Genelice do Santos, 48 anos, e seu marido Givaldo dos Santos, 56, são testemunhos do trabalho executado por Jackson. "Lembro muito bem do dia em quem ele pavimentou nossa rua, a rua São Jorge. Era tudo lama ou poeira. Só foi Jackson entrar na prefeitura para iniciar o canteiro de obras. Foi uma época boa, de compreensão por parte da classe política", recorda Genelice.
Não muito longe dali, no bairro Cidade Nova, Jackson também tem cidadãos gratos por seu trabalho diante da prefeitura. José Augusto Santos ainda lembra dos momentos em que descia e subia ladeira de piçarra. "Ele foi o político que trouxe o asfalto para essa região. Quem quiser que pense ao contrário. A zona norte toda ele deu valor".