OS ESGOTOS CLANDESTINOS E O ATERRO DA 13 DE JULHO

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Publicada em 13/09/2014 às 17:47:00

A orla do Poxim, começando pela Praia da 13 de Julho, está agora mais fedorenta. O aterro feito pela Prefeitura para que fosse construído um parque às margens do Sergipe, ao lado da foz, o encontro entre o nauseabundo Poxim e o tão poluído rio Sergipe, serviu para tornar indesmentível a suspeitada responsabilidade de tantos prédios, residências, lojas, bares, restaurantes, que jogam sem tratamento seus esgotos no rio. O aterro fechou uma parte desses esgotos e agora os dejetos afluem sobre o asfalto e tornam pestilenta uma área nobre da cidade. Fica-se então sabendo que a fedentina que acompanha o Calçadão da 13 chegando quase à Atalaia, e se prolonga também pelo canal Tramandaí, resulta, na sua maior parte, do absurdo de esgotos sem tratamento despejando onde é mais fácil, uma prática que chega a ser criminosa.
Quando passarem os embates do clima eleitoral e se restabelecer uma tranquila relação de parceria que é indispensável entre o governador Jackson Barreto e o prefeito João Alves, esse problema gravíssimo que afasta Aracaju da classificação de Cidade da Qualidade de Vida, terá de ser inscrito numa pauta de prioridades para a busca de soluções. Sem esquecer que na periferia a aberração se apresenta com efeitos mais danosos na população obrigada a conviver junto à lama dos esgotos.
Agora a solução parece mais próxima, porque está sendo ampliada a rede de esgotos da cidade .