Violência contra a mulher é tema de palestra

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Mulheres participaram de palestras educativas
Mulheres participaram de palestras educativas

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Publicada em 02/12/2014 às 09:44:00

Na última sexta-feira (28), a Prefeitura de São Cristóvão, através da Secretária de Desenvolvimento Social e do Trabalho (Sedest) e em parceria com a Secretaria Estadual Especial Políticas para Mulheres (SEPM), realizou na sede do Instituto Deus é Tudo, o Seminário sobre a Lei Maria da Penha e foi feita Divulgação  da Rede de Atendimento à mulher vitima de violência.
O evento faz parte dos 16 dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra Mulheres, uma ação global que ocorre até o dia 10 de dezembro, data em que se comemora o Dia dos Direitos Humanos. A ação esta sendo promovida pela ONU Mulheres e outras agencias das Nações Unidas no Brasil. A população participou de uma palestra explicativa, proferida pela psicóloga e consultora da SEPM, Rosana Oliveira, que enfatizou sobre tipos de violência e formas de denunciar o agressor.
"Todo cidadão pode ajudar uma mulher agredida, se dirigindo a delegacia mais próxima ou até mesmo ligando para o "180", efetuando a denuncia de forma anônima e segura. O importante é ajudar essas mulheres que se encontram em situação de risco e são agredidas diariamente pelos seus companheiros, filhos, irmãos, e até mesmo pelos seus patrões. Tratam-se não apenas de violência física e sexual, temos também a violência psicológica e verbal que fere por fora e mais ainda por dentro de cada mulher." relatou.
Segundo o IBGE, um milhão de mulheres são agredidas a cada ano no Brasil, e a cada cinco minutos uma mulher é agredida, de acordo com o "Mapa da Violência 2012 - Homicídio de Mulheres". O nosso país é o 7º país com a maior taxa de homicídio de mulheres.
"Nosso município, tem um grande índice de violência contra a mulher, isso só tende a aumentar, e para que isso não aconteça, devemos unir forças, denunciando o agressor, prestando auxilio a essa mulheres, que sofrem diariamente, muitas vezes caladas, por vergonha ou até mesmo por medo. Temos essa obrigação de ajudá-las," enfatizou a prefeita Rivanda Batalha.