Gerente das praças de esportes e administrador da Arena Batistão visitam estádios de Salvador

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Sidrack Marinho e Custódio Santana ouvem do Gerente Operacional da Arena Fonte Nova, Gustavo Junqueira, detalhes sobre a logística operacional daquela praça de esportes
Sidrack Marinho e Custódio Santana ouvem do Gerente Operacional da Arena Fonte Nova, Gustavo Junqueira, detalhes sobre a logística operacional daquela praça de esportes

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Publicada em 03/02/2015 às 00:22:00

O estádio Governador Lourival Baptista está pronto e será entregue aos desportistas sergipanos nesta quarta-feira, 4 de fevereiro. Com as obras de reforma, ampliação e modernização, a principal praça de esportes dos sergipanos se transforma na "Arena Batistão", nova tendência de construção dos estádios no Brasil.

Como um estádio moderno e uma arena de multiuso, o Batistão necessita também de uma gestão moderna, dinâmica e atualizada, dentro dessa nova tendência. Com o objetivo de verificar como são administrados esses novos estádios pelo Brasil, a Secretaria de Estado do Turismo e Esporte (Setesp), enviou a Salvador o gerente das praças de esportes, Custódio Santana e o novo administrador da Arena Batistão, Sidrack Marinho.

Eles visitaram o Estádio Roberto Santos (Pituaçu) e a Arena Fonte Nova. Os servidores sergipanos puderam verificar no local, como são administradas as duas principais praças de esportes da Bahia.    Mantiveram contatos com os administrados e ficaram conhecendo com detalhes, a logística operacional desses estádios, especialmente da Arena Fonte Nova.

No estádio Roberto Santos, os gestores sergipanos foram recebidos pelo administrador Helio Ferraro, enquanto o Gerente Operacional da Arena Fonte Nova, Gustavo Junqueira, foi quem recepcionou e deu todas as explicações a Sidrack Marinho e Custódio Santana.
O estádio de Pituaçu, que tem capacidade para 32 mil torcedores é o que se enquadra mais à realidade da Arena Batistão, uma vez que a Arena Fonte Nova com seus 57 mil lugares, não serve de parâmetro e esta fora da realidade do Batistão.
- Mesmo assim, soubemos como funcionam alguns setores, desenvolvidas as atividades na Arena Fonte Nova e a sistemática operacional, como sistema segurança, vigilância, acesso da imprensa, vendedores, relacionamento com os policiais, taxas cobradas e cotas de participação do estádio, nos grandes eventos. Muita coisa pode ser transportada para a nossa realidade, informou Sidrack Marinho.
Para o gerente das praças de esportes, Custódio Santana, esse tipo de visita enriquece os conhecimentos dos gestores sergipanos e muita coisa pode ser aproveitada no gerenciamento da Arena Batistão.
- Foi uma visita muito proveitosa. Para quem está recebendo um estádio completamente novo e moderno é muito bom saber como funcionam estádios similares e transportar para nossa realidade, detalhes do que vimos na Arena Fonte Nova e no Estádio de Pituaçu, disse Custódio Santana.