Em recuperação, Duda e Mayara focam no Mundial Feminino de Handebol da Dinamarca

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A exemplo da companheira Duda Amorim, Mayara Moura se recupera de lesões, mas já pensa no Mundial da Dinamarca
A exemplo da companheira Duda Amorim, Mayara Moura se recupera de lesões, mas já pensa no Mundial da Dinamarca

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Publicada em 22/02/2015 às 00:05:00

A armadora esquerda Eduarda Amorim, a Duda, e a central Mayara Moura, campeãs Mundiais com a Seleção Feminina de Handebol em 2013, estão tirando de letra o tratamento das lesões que sofreram no final do ano passado. Duda rompeu o ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo no jogo entre Brasil e Tunísia, no Torneio Internacional da Espanha, em novembro. Já Mayara, teve a mesma contusão, mas no joelho direito, durante treino da sua equipe na Dinamarca, o NFH, em dezembro. O objetivo agora é estarem 100% o mais breve possível e ajudar o Brasil nas importantes disputas marcadas para este ano, inclusive defender o título mundial em dezembro, na Dinamarca.

Mesmo na fase inicial do tratamento, que está sendo feito no Brasil, as atletas já estão animadas com os resultados obtidos. "Fiz a cirurgia há dois meses e está indo tudo bem. Cada dia evoluindo um pouco mais. Temos que ter confiança para 'utilizar' o joelho e paciência para voltar às quadras. Também estamos com o importante suporte da Confederação, com a Marina Calister (fisioterapeuta), a Julia Bargieri (nutricionista) e o Morten Soubak (treinador), além dos patrocinadores", afirmou Duda, que concorreu nesta sexta-feira (20) ao título de melhor jogadora do Mundo em 2014, promovido pela Federação Internacional de Handebol.
Mayara está em uma fase mais delicada, pois a cirurgia tem menos tempo. "Minha operação é mais recente, tem menos de um mês. É uma fase mais delicada e demorada. Tem que ter muita paciência, mas é legal ver a evolução nos movimentos a cada dia de fisioterapia. Dá mais vontade para me recuperar bem e estar 100% para fazer parte da Seleção em um próximo evento", disse a central.

Amigas de longa data, as atletas fazem do companheirismo outro fator importante para o tratamento. Elas estão se recuperando na mesma clínica em São Paulo (SP) e sempre se encontram na fisioterapia. "É bom ter uma companhia para conversar, quando uma está mais para baixo a outra dá força. Somos amigas desde a Seleção Júnior e sempre companheiras de quarto quando estamos na Seleção Adulta", contou Duda.