DIVALDO FRANCO NO "FANTÁSTICO"

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CERCADO PELAS FLORES DA MANSÃO, O MÉDIUM É SÓ FELICIDADE
CERCADO PELAS FLORES DA MANSÃO, O MÉDIUM É SÓ FELICIDADE


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Publicada em 10/03/2015 às 00:07:00

No domingo,22 de fevereiro, o programa "Fantástico", da Globo, exibiu uma extensa reportagem focada em Divaldo Pereira Franco e nas obras sociais da Mansão do Caminho, na Bahia, instituição criada por ele ainda na adolescência e que hoje é um raro exemplo a ser seguido, um oásis no deserto de corrupção em que se transformou o nosso país.

Divaldo é um dos médiuns mais respeitados em todo mundo, já tendo publicado centenas de livros cuja psicografia nunca foi contestada, com temas que vão desde os princípios básicos da Doutrina Espírita, aos filosóficos-doutrinários, em sua maioria tendo como autora espiritual Joana de Ângelis, a Mentora do médium, ela que foi heroína da Independência da Bahia, ou seja, Sóror Joanna Angélica.
No início da minha adolescência, ao chegar em Salvador fui viver em casa de parentes que, sem nenhuma razão plausível, logo me mandaram para o olho da rua. Foi vivendo na rua que tive a ideia de procurar a Mansão do Caminho que, na época era literalmente uma velha mansão, localizada na rua Barão de Cotegipe, bairro Calçada. Ao lado, funcionava o Centro Espírita Caminho da Redenção, onde ouvi pela primeira vez, uma palestra de Divaldo em tom envolvente e arrebatador. Depois da prece de encerramento, entrei na fila para falar com o jovem orador, conseguindo, através de uma força estranha, dominar a minha contumaz timidez. Ele atendeu-me com um largo sorriso, como se fôssemos velhos amigos. Ao contar a minha história, que o comoveu até às lágrimas, ele convidou-me para ir morar no "sítio", em Pau de Lima, o embrião da futura Mansão do Caminho naquela mesma noite, numa velha Kombi dirigida por Nilson (hoje desencarnado), fomos para o "Sítio", onde só haviam duas construções: um galpão que servia de dormitório coletivo para mais de cem crianças, às quais me juntei, voltando a ser criança, numa alegria inenarrável. Outro espaço era de alvenaria e funcionava um refeitório (também coletivo) e, em anexo, o quarto muito simples de Divaldo.
Não preciso dizer que estava me sentindo no céu como os católicos imaginam, rodeado de "anjinhos" e do meu anjo de guarda, encarnado na pessoa de uma figura magnânima chamada Divaldo Pereira Franco, logo transformado, para mim, em pai, amigo e irmão, de uma dedicação incondicional. O meu bendito salvador a quem devo tudo o que hoje sou.
Eu precisava prestar mais esse tributo ao homem que salvou a minha vida. Literalmente. Pronto, falei.