Cary Grant

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A  BELEZA DE CARY GRANT CONQUISTOU CINCO MULHERES E ALGUNS HOMENS TAMBÉM
A BELEZA DE CARY GRANT CONQUISTOU CINCO MULHERES E ALGUNS HOMENS TAMBÉM

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Publicada em 10/03/2015 às 00:07:00

Estilo inconfundível transformou-o em um dos melhores atores de hollywood. Cary Grant conseguiu a rara proeza de manter-se em evidência por mais de três décadas. Com esse pseudônimo, o inglês Alexander Archibald Leah obteve sucesso em cerca de setenta filmes, desde os anos 1930 até 1996, contracenando com estrelas como Katherine Hepburn, Ingrid Bergmam, Grace Kelly, Marilyn Monroe, entre outras.
Nascido em Bristol, em 18 de janeiro de 1904, Archie, como era chamado, chegou aos Estados Unidos em 1920, integrando um grupo de acrobatas. Depois, foi para Hollywood na companhia do alfaiate australiano Orry Kelly, mais tarde figurinista que ganharia três Oscar.
Archie fez diversas pontas até a Paramount contratá-lo em 1932. Já como Cary Grant, começava a sua ascensão em aventuras como "Gunga Din" ou em comédias do porte de "Levada da Breca". Nesses filmes impôs o seu estilo charmosos, fazendo humor e romance com elegância e sarcasmo. Cinquentão, continuou com a mesma presença galante, como atestam "Ladrão de Casaca" e "Intriga Internacional", ambos dirigidos por Hitchcock.

Considerado o melhor ator da primeira metade do século vinte em uma pesquisa do American Film Institute, Grant, que só ganhou um Oscar honorário em 1970, manteve a fama de galã até o fim, apesar dos rumores sobre o seu lado gay, surgidos na época de sua amizade íntima com o assumido figurinista Orry Kellyy e, posteriormente, com o ator Randolph Scott, com quem formou um "lar-doce-lar" em hollywood.
Mas como ser gay nem sempre significa que não se relacione sexualmente com mulher, Cary Grant  também ganhou fama de mulherengo por conta de seus cinco casamentos (isso mesmo, cinco!). primeiro com Virgínia Cherril (a ceguinha de "Luzes da Cidade"), com a milionária Bárbara Hutton, com a atriz Betsy Drake (de "Marty"), com a também atriz Dyan Cannon, com quem teve a filha Jeniffer, e por último, com a secretária,  Bárbara. Ela estava ao lado do ator em 19 de novembro de 1989, quando ele partiu para o outro lado da vida, vítima de um ataque cardíaco.
Cary Grant tinha deixado de ser ator ao concluir "Devagar, não corra" em 1966, mas jamais foi esquecido como tal. Nem poderia.
Filmes do ator disponíveis em DVD: "Cupido é Moleque Teimoso (1937), "Levada da Breca" (1938), "Paraíso Infernal" (1932), "Jejum de amor" (1940), "Interlúdio" (1946), "O Inventor da Mocidade"  (1952), "Ladrão de Casaca" e Carícias de Luxo" (1962).
(Resumo do capítulo 100 do meu livro inédito "101 Ícones do Cinema que nunca Sairão de Cena").