O TEMPLO ETÍLICO DA INTELIGÊNCIA SERGIPANA

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Publicada em 22/03/2015 às 00:37:00

Jackson Barreto em meio as reminiscências das quais, ao lado, participava também o prefeito João Alves, reinaugurou o Cacique Chá. O nunca esquecido templo etílico da inteligência sergipana, andava ameaçado de perder-se no abandono quando dele começou a cuidar o grande guardião da memória aracajuana, que foi Marcelo Déda.   Não concluiu a restauração, mas dela o governador Jackson fez um compromisso, até como homenagem ao pensador do bem, o governador agora morto. Jackson fez uma inteligente parceria com a Fecomércio, dirigida pelo deputado federal Laércio Oliveira viabilizando o retorno do Cacique. Em meio a alguns discursos, destaque para o de Gildo Guimarães, o economista e memorialista Gildo Pistola. Ele relembrou dos que participaram, com ele sempre ao lado, das grandes jornadas nas mesas do Cacique, com muita cerveja e transbordavam as ideias, as articulações políticas, das quais participavam até os que nada bebiam, como os irmãos Teixeira, Zé Carlos, Luiz Antônio, Tarcísio, e os que bem bebiam : Jaime Araújo, Viana de Assis, Leopoldo Souza, Geraldo Barreto, Fernando Nunes, Jackson Barreto, João Augusto Gama, Fernando Porto, Carlinhos Machado, Roberto Figueiredo Porto, o professor Silvério Leite Fontes, controlando o implacável diabetes com muita leitura, cerveja Brahma, o ouvir missas, e o sacrossanto oficio de ensinar.  Muitos outros Gildo terá de puxar pela lembrança.