Série Cajueiros marca início da Temporada 2015 da ORSSE

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Publicada em 24/03/2015 às 11:25:00

O palco do Teatro Tobias Barreto volta a ser o cenário da música clássica em Sergipe. A Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE) inicia a Temporada 2015 no próximo dia 26 de março, no Teatro Tobias Barreto. Os ingressos para a 'Série Cajueiros' já estão à venda na bilheteria do teatro a preços populares.

A ORSSE é uma realização da Secretaria de Estado da Cultura (Secult) e tem o patrocínio do Instituto Banese. Sob a regência de Daniel Nery, maestro adjunto do grupo, este concerto, além de dar continuidade às homenagens ao aniversário de Aracaju, marcará o início da série Cajueiros, concebida para consolidar o caráter sinfônico do grupo, com a presença de grandes nomes da música clássica nacional e a abordagem dos maiores compositores da literatura orquestral. A nova temporada será marcada pelo ecletismo de eventos e dos solistas, aliados a uma programação de concertos intensa, também presente em cidades do interior e em outros locais na capital.

"O ano de 2015 fará da ORSSE um produto de transformação cultural pela música em Sergipe, integrando o público, já fiel a orquestra, a uma nova plateia de todas as idades com um repertório escolhido especialmente ao logo do ano. Com os nossos músicos, solistas e maestros convidados, todos poderão ter grandes surpresas a cada concerto", explica o maestro Daniel.

O Programa - Março é o mês nacional da Música Clássica e, seguindo a tradição da Série Cajueiros, a ORSSE apresentará três grandes compositores da música ocidental: César Guerra-Peixe, com a sua obra "Ponteado", importante manifestação do movimento armorial brasileiro; Antonio Vivaldi, com a "Primavera" das 'Quatro Estações', a mais conhecida deste compositor, com solos ao violino de Márcio Rodrigues, spalla da Orsse; e Tchaikovsky, com sua Sinfonia Nº 5 em mi menor, estreada em 1888, em São Petesburgo, sob a regência do próprio autor.

Esta é uma das mais conhecidas obras de Tchaikovsky e, aqui no Brasil, teve seu segundo movimento usado como abertura da minissérie Um Só Coração, da TV Globo, abordando um segmento da história de São Paulo. Seu enorme sucesso é atribuído ao caráter de estimular e ao mesmo tempo enternecer o público, e seu impacto nos espectadores é comparável ao provocado pela Nona Sinfonia de Beethoven e pela Sinfonia do Novo Mundo, de Dvorák.