Carta para a Rio+20 é assinada por empresa de SE

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Publicada em 14/06/2012 às 16:24:00

Contribuições que o setor privado assume para o desenvolvimento sustentável e a erradicação da pobreza no país: esse é o contexto da Rio+20, a mais importante conferência multilateral focada na promoção da sustentabilidade desde a ECO-92. A Cosil, construtora sergipana com ramificações em Recife e São Paulo, é uma das colaboradoras oficiais da iniciativa e assinou a carta de compromisso RIO+20.               
Esta Carta será levada a autoridades governamentais de alto escalão e terá ampla divulgação durante o Fórum de Sustentabilidade Corporativa da Rio+20, a ocorrer entre os dias 15-18 de junho no Rio de Janeiro. “Os compromissos tratados no pacto vão ao encontro com a estratégia de sustentabilidade da Cosil, que visa ser exemplo a outras empresas brasileiras no engajamento pela busca de soluções inovadoras, que representem impactos reais na promoção da melhoria das condições de vida e desenvolvimento sustentável”, diz Danusa Silva, diretora de Incorporação da Cosil.      
 Entre os dez compromissos assumidos pelos parceiros da ação, que busca agir de forma concreta para melhorar a qualidade de vida das pessoas e do planeta, dando passos largos na busca da economia verde e inclusiva, estão metas que realmente farão a diferença para toda a sociedade.
“Estamos empenhados com a participação. Destacamos compromissos de peso, como a busca do resultado econômico sustentável e a atuação nos processos produtivos das cadeias de valor, melhorando a eficiência do uso dos recursos ambientais, ampliando as fontes de energia ou matérias-primas renováveis, promovendo a geração de empregos dignos e o diálogo, a cooperação e o comprometimento de toda a cadeia”, afirma Danusa.
A executiva destaca ainda que outros pontos são discutidos no pacto têm ordem de grande relevância, como o reforço no investimento em inovação tecnológica, o fortalecimento do papel do consumidor e o direcionamento correto dos investimentos sociais (inclusão social, educação e desenvolvimento de competências). “O objetivo é construir, ao lado de outras organizações responsáveis, um novo cenário para os próximos 20 anos, que vivencie com profundidade a sustentabilidade”, pontua Danusa.