Bancários querem Lei dos 15 Minutos e feriado junino no Estado todo

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O deputado Luciano Pimentel com diretores do Sindicato dos Bancários
O deputado Luciano Pimentel com diretores do Sindicato dos Bancários

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Publicada em 02/04/2015 às 10:21:00

A Executiva do Sindicato dos Bancários do Estado de Sergipe - SEEB - formulou ontem um pedido ao deputado estadual Luciano Pimentel (PSB), no sentido de que ajude a criar a Lei dos 15 Minutos para o atendimento bancário e a do feriado bancário do dia 24 de junho - dia de São João - no âmbito do Estado inteiro.

Hoje, essas duas leis existem, mas circunscritas ao Município de Aracaju. A dos 15 minutos foi apresentada pela vereadora  Tânia Soares, e a do São João, pelo vereador Valdir dos Santos. "Agora, nós estamos fazendo uma incursão pelas cidades maiores do Estado pedindo aos vereadores que atuem nesse sentido. Mas se puder fazer uma lei estadual, melhor", diz a presidente do Sindicato, Ivânia Pereira.

Luciano e Ivânia admitem que há todo um apelo sociocultural para que o dia 24 de junho seja mesmo um feriado bancário. "Tudo em Sergipe para nesse dia. O São João é a nossa maior festa", diz o parlamentar. "Param, inclusive, as empresas de segurança, levando mais risco aos bancários nesse dia do que nos demais do ano", completa a sindicalista.

Para os dois, o limite de 15 minutos merece ser aplicado nos 75 municípios. "É possível estudar essas duas hipóteses. Eu quero dizer-lhes que o meu gabinete e o meu mandato estão abertos para as ideias de vocês em favor da categoria e da sociedade. Podem me demandar com suas sugestões que estarei disposto e aberto. Precisamos estreitar as nossas parcerias", disse o deputado Luciano, se definindo sempre como "um bancário".

"A Lei dos 15 Minutos e o feriado de junho são duas bandeiras boas e pertinentes. A do feriado, a gente pode ir muito pela Assembleia, com uma lei estadual, ou fazer indicações para que as Câmaras Municipais atuem", disse Luciano. Ivânia ponderou, afirmando que pode, sim, mas que a Alese teria poderes para isso também.

"Eu acredito que pode ser uma lei estadual em ambos os casos. Podemos pesquisar nos normativos da Alese os limites disso. Aqui em Aracaju, fizemos as duas, sobretudo a do feriado, porque como é a Prefeitura que cede o alvará de funcionamento das agências e nós tínhamos um grupo favorável à gente, com Marcelo Déda e Edvaldo Nogueira, ficou mais fácil", diz a sindicalista.