O IATE E AS VELAS BATENDO

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Publicada em 02/04/2015 às 22:52:00

O Iate Clube já foi chamado de ¨clube aristocrático da 13 de Julho¨, o que era uma excludente antipatia. Felizmente, não mais aristocrata, o iate anda, todavia, assim como um barco com as velas batendo. Frequentador do Iate desde menino, ex-comodoro, irmão de outro ex-comodoro, o saudoso Orelhinha, Antônio Fernando Sobral, Eugênio Sobral, candidato agora a tornar-se outra vez comodoro, quer ver infladas as velas do Iate com vento surgindo no lugar da calmaria. Além de querer reviver os tempos em que as velas pontilhavam o estuário do Sergipe, Eugênio pretende dar mais intensidade à convivência, incrementando eventos, sem perder de vista as festas saudosistas, onde casais dançam boleros; e quer ainda, ter um protagonismo especifico no que se refere à luta para despoluir o Sergipe, o Poxim, o Vasa Barris. Não há velejador, remador ou lancheiro, que não constate a sujeira e a necessidade de ver aqueles rios outra vez claros, límpidos, até potáveis as suas águas, se salgadas não fossem.