Banco do Nordeste é uma das 100 melhores empresas em cidadania corporativa

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Publicada em 18/04/2015 às 10:56:00

A premiação das 100 Melhores Empresas em Cidadania Corporativa reúne anualmente em São Paulo (SP) líderes empreendedores brasileiros para certificar as empresas que se destacaram ao longo do ano passado em qualidade dos colaboradores, responsabilidade social, responsabilidade ambiental, ética e relacionamento. Na premiação de 2015, promovida pela Gestão RH Editora, o Banco do Nordeste recebeu além da certificação, o Destaque Especial em Governança Corporativa, um dos componentes do indicador, ficando entre as dez melhores empresas nesse quesito.

A pesquisa se baseia nos indicadores do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). A editora Gestão e RH avalia por meio do Índice de Desenvolvimento Humano Organizacional (IDHO) as principais práticas adotadas pelas empresas em relação à governança corporativa, ao capital humano, à transparência, à sustentabilidade e à cidadania corporativa. As análises se baseiam no grau de envolvimento da empresa com a comunidade ou sociedade em geral.

Segundo o superintendente de Desenvolvimento Humano do Banco do Nordeste em exercício, Marcos Marinelli, a premiação reafirma os títulos já alcançados pelo banco ao longo da história: "Em pouco mais de seis décadas, o Banco do Nordeste se consolida como o nono maior banco do país e inclui-se entre os 350 maiores do mundo. Conquistamos a condição de maior banco de desenvolvimento regional da América Latina, além de manter o maior programa de microfinança da América Latina, o Crediamigo. Essas condições nos credenciam como principal agente de transformação socioeconômica da região nordestina".

Entre as práticas em cidadania corporativa no Banco do Nordeste em 2014, destacaram-se as políticas de responsabilidade socioambiental consonantes com os princípios do pacto global sobre sustentabilidade. "Essas ações permeiam toda a empresa, compreendendo o apoio a iniciativas de natureza social, apoio à pesquisa e difusão de tecnologias sociais e ambientais em parcerias com instituições de pesquisas, universidades e organizações não-governamentais, além da inserção de critérios socioambientais nos contratos de financiamentos, termos de parceria, acordos, convênios e editais", ressalta Marinelli.