OS ITABAIANENSES E A ORQUESTRA DE ITABAIANA

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto

Publicada em 26/04/2015 às 00:43:00

Cidade civilizada não pode deixar de ter orquestra, Jardim Botânico, boa livraria, um Sebo com variedade de livros velhos. Há ainda a necessidade de que a miséria não sobreviva esquecida ao lado da fartura. Itabaiana começou o processo civilizatório de forma primorosa, formando uma Filarmônica. Sem recursos, ela está ameaçada. O presidente da Assembleia, deputado Luciano Bispo, itabaianense até a alma, saiu à frente, encabeçando uma campanha tentando salvar a harmoniosa Filarmônica. Luciano Correia, jornalista, exemplar itabaianense, com doutorados e pós-doutorados pelo mundo, não quer ver a orquestra emudecer. Da mesma forma, outro itabaianense ilustre, o odontólogo e político Abrahão Crispim, irmão de Grampão, itabaianense também, experiente em orquestras, foi gestor eficiente da Sinfônica de Sergipe. Na Itabaiana tão polarizada, todos deveriam unir-se pela vida da Filarmônica. José Carlos Machado, vice-prefeito de Aracaju, itabaianense e político, prestigiado e contemporizador, poderia ser um deles. Da mesma forma, a deputada Maria Mendonça, sempre atenta a tudo o que diz respeito à sua terra. Lembra-se, aqui, que o senador Eduardo Amorim, é de Itabaiana, berço do qual se orgulha e tanto exalta, o mesmo acontecendo com o seu irmão e condutor político, Edivan. Este, aliás, se orquestra tilintasse, há muito tempo seria maestro.