A BENGALA É SERGIPANA

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Publicada em 09/05/2015 às 16:01:00

A Lei da Bengala dormia há 14 anos nas gavetas do parlamento. Lá se abrigam, sem nenhuma pressa, tantos projetos esquecidos. A Lei da Bengala ganhou celeridade quando se constatou que a presidente poderia indicar, no seu mandato, mais de 20 ministros de tribunais superiores. A PEC começou no Senado. O ex-senador Pedro Simon foi o autor, e a senadora Maria do Carmo a relatora. Agora, na Câmara, o relator foi outro sergipano, o deputado André Moura.
Quando se despediu chegando aos 70 o procurador de Justiça Eduardo Cabral fez um discurso analisando a contradição de um aparelho de Estado ineficiente, que manda para casa servidores no auge da vida produtiva e de experiências acumuladas, e passa a gastar duas vezes: com o aposentado e o substituto.
Por não existir a Lei da Bengala, só este ano o Judiciário sergipano perdeu três exemplares desembargadoras: Aparecida Gama, Marilza Maynard e Suzana Carvalho.