João sugere que Déda peça desculpas ao povo

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João Alves fala para os empresários do comércio
João Alves fala para os empresários do comércio

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Publicada em 27/07/2012 às 03:07:00

Chico Freire
  chicofreire@jornaldodiase.com.br

Em resposta ao governador Marcelo Déda (PT), que havia dito que a coligação liderada pelo DEM é como caranguejo, que só anda para trás,  o candidato a prefeito João Alves foi irônico: "A partir de primeiro de janeiro de 2013,  o prefeito vai se acordar 6 horas da manhã e não  10  horas, como esses que falam de avanço".

João Alves recomendou a Marcelo Déda , "que dirige esse estado há 12 anos", a cuidar melhor da saúde e da educação. "Eu já conheci muitos governadores que não construíram hospitais, mais destruir eu só vi na administração de Marcelo Déda", disse.

Segundo o candidato do DEM, "esse grupo que está no poder há 12 anos não tem aptidão para o trabalho. O governador, que é o maior líder do grupo,  deveria era estar pedindo desculpas ao povo de Aracaju pelo caos que instalaram na capital sergipana".

João Alves lembra que como governador construiu os três principais hospitais da capital. "Um está totalmente destruído que é o Hospital Infantil; a maternidade Nossa Senhora de Lourdes está sendo alvo de reportagem da Rede Globo; e por aí vai. É o caos geral", afirmou.
Plano - "Nós vamos estar trabalhando de forma intensamente e teremos Plano de Desenvolvimento Urbano, porque um prefeito de uma cidade moderna que não tem PDU não pode falar em administração municipal", acrescentou João Alves.

De acordo com o ex-governador, a saúde publica na capital tem sido um pânico e nunca o estado de Sergipe foi tanto alvo do Jornal Nacional e do Fantástico, programas da Rede Globo, mostrando o desastre que é a saúde do município e do estado, como tem sido nos últimos anos.

No almoço, ontem, no CDL (Clube de Dirigentes Lojistas de Aracaju), João Alves disse que, se for eleito prefeito,  vai anular a licitação do transporte publico, por entender que a atual gestão, que está no seu final, não pode promover uma licitação sem não saber quais os projetos e os planos para aquele setor da futura administração. "E vamos requerer isso por relevante interesse público", disse.