MARTA LEÃO E A SUA SECRETARIA GIGANTE

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Publicada em 19/07/2015 às 01:55:00

A Secretaria da Inclusão já tinha uma estrutura enorme no tempo em que Eliane Aquino era Secretária. Com a extinção de secretarias feita por Jackson Barreto para economizar recursos, diversas atribuições foram transferidas para a Inclusão que, assim, tornou-se uma super-secretaria. Marta Leão, a nova Secretária, desde que assumiu compreendeu a enorme dimensão das tarefas administrativas e políticas que teria pela frente. Precisaria tocar o barco um tanto pesado, e, politicamente, dividir ou mesmo transferir o comando de cada uma das partes para os seus ocupantes, todos resultantes de indicações partidárias, e alguns, que haviam deixado de ter o status de secretários.
Ao assumir, Marta Leão, uma administradora experiente e que se caracteriza também pela lealdade e entusiasmo que leva aos cargos que ocupa, começou a fazer o desenho operacional da nova e inchada Secretaria. O objetivo era distribuir tarefas, estabelecer normas de ação para evitar superposição de trabalho ou de iniciativas, enfim, criar um modelo operacional e ágil, conferindo plena autonomia a cada setor. De início, essas ações talvez tivessem sido interpretadas como um propósito que teria Marta de concentrar tudo em suas mãos, montando uma estrutura centralizada. Mas o que ela pretendia era exatamente o contrário, até mesmo, porque, havendo centralização, a Secretaria ficaria sendo um paquiderme incapaz de mover-se com alguma agilidade.
Problemas enfrentados, diálogo amplo, explicações feitas, quando Jackson retornar, nessa terça-feira, vai encontrar a Inclusão pronta para operar, e sem susceptibilidades políticas irresolvidas e necessitando de soluções corretivas.