Resposta do senador Eduardo Amorim

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Publicada em 09/08/2015 às 00:04:00

Quanto custa a moral de uma pessoa?
Construir a moral de uma pessoa pode levar uma vida inteira. Para destruí-la, pode-se levar apenas um segundo. Ser honesto, correto e honrado no ambiente em que se vive são requisitos básicos para o cumprimento de normas e padrões da sociedade.    
Meu nome é Eduardo Alves do Amorim. Nasci em Itabaiana e vim de uma família humilde. Apesar das dificuldades, nunca deixei de frequentar os colégios Elieser Porto e Murilo Braga, na minha terra natal.
Vi que os estudos poderiam transformar a minha vida e mudei para Aracaju, estudei na antiga Escola Técnica Federal. Ingressei na Universidade Federal de Sergipe e me tornei médico em 1989.
Exerci a Medicina com a plena certeza de que poderia fazer algo por todos meus pacientes. Sempre me preocupei com quem estava do outro lado, com a possível dor de toda uma família.   
Vejo a política como uma missão e não como profissão. Sou médico e estou político porque acredito que posso fazer algo pelo nosso povo. Já fui deputado federal e hoje estou senador da República.  
Pois bem, ao longo dos anos, pautei a minha vida nos princípios da ética e dos valores cristãos. Sempre respeitei as pessoas, sejam médicos, advogados, enfermeiros, porteiros, garis, engenheiros, jornalistas, enfim, sempre respeitei para ser respeitado.
Na minha vida pessoal, na profissional e na política, nunca agredi ninguém, nem física e nem pessoalmente. Nunca xinguei, nem denegri e nem desmoralizei ninguém.
Por isso, questiono: Quanto vale a moral de uma pessoa? Quanto custa xingar, ofender, desmoralizar e mentir? Em troca de quê? Sempre tive muita admiração e respeito pelo Jornal do Dia.
Mas, constantemente, venho sofrendo agressões sem propósito de alguns dos seus colunistas. De maneira raivosa, algumas palavras são colocadas com o intuito de macular e denegrir a minha imagem, não só política, mas pessoal.
Algumas destas palavras atiradas contra mim ou minha família são capazes de machucar mais do que um ferimento físico, que se fecha com tempo. Mas as marcas deixadas pela agressão moral talvez sejam incuráveis.
Construo minha vida pautado em ações corretas. Sempre analiso bem antes de tomar minhas decisões. Nunca procurei meus direitos contra este jornal na Justiça, pois sempre acreditei no bom senso e na ética jornalística do Jornal do Dia e seus responsáveis.
Estou pronto para críticas no dia a dia da minha vida política. Como homem público não poderia agir de maneira diferente. Mas não posso aceitar agressões pessoais, seja contra mim ou contra minha família.
Da minha parte, o jornal irá encontrar sempre o respeito necessário para o bom convívio. E assim espero receber de volta. Enfim, encerro este texto certo de que tenha deixado claro que tudo que fiz na vida, não mereço, sob hipótese alguma, tais agressões.
 
 Senador Eduardo Amorim