Denarc apreende mais maconha

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Publicada em 30/09/2015 às 11:33:00

Após a Polícia Federal apreender uma tonelada de maconha em Cristinápolis (Sul), foi a vez de a Polícia Civil recolher mais 130 quilos da mesma droga, em duas operações realizadas na Grande Aracaju, em um espaço de 24 horas. A primeira prisão foi anteontem à tarde no conjunto Parque dos Faróis, município de Nossa Senhora do Socorro, onde 100 quilos de maconha prensada estavam escondidos em uma chácara. Segundo a polícia, o local era vigiado por Mailon Lima dos Santos, 23 anos, que foi preso em flagrante e também estava com uma pequena serra e uma balança de precisão.
O delegado André Baronto, do Denarc, disse que a existência da droga foi apontada através de uma informação repassada através do Disque Denúncia (181), referente a um ponto de venda de drogas. "Colhemos informações sobre a denúncia e localizamos a residência onde Mailon estava. Seguimos até o local e efetuamos a prisão dele, onde encontramos uma pequena quantidade da droga e a chave da chácara. Identificamos que ele era o responsável na guarda e vigilância da droga. Durante a investigação, identificamos que existem outras pessoas envolvidas nessa associação", explicou André, ao informar que um inquérito foi instaurado para apurar quem são os envolvidos e como aconteceria a venda da maconha.
Já no final da manhã de ontem, os outros 30 quilos da droga foram apreendidos em um sítio de São Cristóvão, perto do Complexo Penitenciário Manoel Carvalho Neto (Copemcan). A droga estava com Celso Rodrigues dos Santos, 47, igualmente preso em flagrante e que, de acordo com Baronto, também foi indicado por uma denúncia. Durante a ida dos policiais à chácara, apenas a companheira de Celso estava lá, o que fez a equipe aguardar pela chegada do suspeito, que não reagiu e alegou estar apenas guardando a droga para outro suspeito que mora na Bahia.
"Como em 2012, já havíamos prendido Celso com 150 quilos de maconha neste mesmo endereço, aprofundamos as investigações sobre aquele informe recebido há cerca de um mês", relata o delegado. Por este caso, o acusado foi condenado a 10 anos e três meses de prisão, mas cumpriu apenas três anos e seis meses. Para o restante da pena, foi concedido o benefício do cumprimento em regime aberto e, há três meses, ele estava em liberdade condicional.