UM HOTEL QUE NÃO DEIXARAM CONSTRUIR

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Publicada em 03/10/2015 às 16:36:00

Surgiram obstáculos, e o empresário Guilherme, que comanda a operadora de turismo CVC, resolveu dar um tempo. Perdemos a oportunidade de ganhar um hotel do grupo que lidera o mercado das viagens turísticas. O hotel da CVC em Aracaju geraria um fluxo ampliado com mais 2 ou 3 mil turistas por mês. O hotel ficaria em local privilegiado, no estuário do Vasa Barris. O resort teria concepção inovadora, e tudo aquilo que o turista mais quer. Objetou-se, de forma mesquinha que o hotel monopolizaria o turismo, faria uma concorrência desleal. Um empresário inovador, responsável por criar o polo turístico de Xingó, Manoel Foguete, tem argumentos que contrariam e destroem a visão pessimista. O resort aracajuano da CVC daria um novo dinamismo ao turismo, criaria oportunidades para operadoras locais, disseminaria turistas pelos outros polos, como Xingó, e as praias.
Agora, com o dólar nas alturas, o brasileiro optará pelos destinos internos, enquanto os estrangeiros, atraídos pela vida aqui, para eles barata, virão em maior quantidade ao Brasil, ao nordeste, a Aracaju. É hora, então, para tratar de ampliar a nossa modesta rede hoteleira. É preciso procurar, com urgência, o Guilherme da CVC e dizer a ele: pode vir, os obstáculos desapareceram, faça o seu hotel.