TV Alese agora transmite sessões da AL com intérpretes de Libras

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto
Intérprete da Língua Brasileira de Sinais durante  trabalho na Assembleia
Intérprete da Língua Brasileira de Sinais durante trabalho na Assembleia

Clique nas imagens para ampliar

Publicada em 08/08/2012 às 02:56:00

A presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Sergipe, deputada Angélica Guimarães (PSC), destacou o início das transmissões das sessões da Casa pela TV Alese com a participação de tradutores de Libras (Língua Brasileira de Sinais). A parlamentar reconheceu a importância dos profissionais e ressaltou que esta é mais uma das metas atingidas pela sua gestão.

"A Assembleia Legislativa integra-se aos esforços para promover a inclusão efetiva dos cidadãos com problemas auditivos. Agora os trabalhos transmitidos pela TV Alese terão também profissionais em Libras fazendo com os tantos temas importantes que são discutidos cheguem a todos, de fato. Essa é uma das metas da nossa gestão que estamos atingindo", destacou Angélica.

Sonho - Em seguida, Angélica Guimarães colocou que atualmente o tema da inclusão está muito em voga,  "pois buscamos a concretização de um sonho, de um Brasil inclusivo, onde é possível uma sociedade para todos. Tenho como referência a nova concepção de pessoa com deficiência, pactuada e validada pelos próprios atores sociais, o intérprete de Libras é uma ferramenta poderosa para a inclusão dessas pessoas, visando à sua inserção na vida produtiva, cultural, educativa, social e política, ou seja, que tenha direito à participação efetiva na vida societária".

De acordo com Angélica, o intérprete da Lingua Brasileira de Sinais , bem como qualquer outro intérprete, precisa ter o domínio dos sinais e, principalmente, da língua falada do seu País,  pois há diversas situações nas quais são necessárias as duas. "A nossa sociedade é feita de ouvintes e para ouvintes, na qual os surdos são minoria. Por isso o intérprete é uma peça fundamental para união dos mundos envolvidos que com a propagação da inclusão", afirmou.

"Os dois profissionais que contratamos, Rozilda e Genivaldo, são capacitados, com formação em língua portuguesa e, atualmente doutorandos da Universidade Federal de Sergipe. A ação desses profissionais é uma ferramenta riquíssima na integração e valorização dessas pessoas surdas", concluiu a presidente da AL.