Nova derrota causa demissão de Fahel Júnior

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Fahel Júnior ficou  menos de 30 dias no cargo
Fahel Júnior ficou menos de 30 dias no cargo

Depois da demissão de Fahel Junior, o diretor de futebol Ernando Rodrigues foi escalado para apresentar as justificativas
Depois da demissão de Fahel Junior, o diretor de futebol Ernando Rodrigues foi escalado para apresentar as justificativas

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Publicada em 26/04/2016 às 10:28:00

Givaldo Batista
givaldobs@yahoo.com.br

Desde o início da tarde desta segunda-feira, 25, que Fahel Junior não é mais o treinador do Confiança. Em virtude dos últimos resultados, principalmente a derrota de domingo para o Itabaiana, a diretoria resolveu mandar Fahel embora.
Contratado no último dia 11 de abril, após a demissão de Betinho, Fahel Junior passou exatos 15 dias à frente da equipe proletária, com um saldo de duas vitórias, ambas contra o Dorense, e duas derrotas, uma para o Flamengo e a de domingo contra o Itabaiana.
A demissão de Fahel não foi uma decisão isolada ou pessoal do presidente Luiz Roberto. Foi uma decisão de diretoria, tomada após uma longa reunião da qual participaram além do presidente, o supervisor Cley Sá e o diretor de futebol, Ernando Rodrigues.
Além da saída de Fahel, os dirigentes afastaram temporariamente os atletas Carlinhos, zagueiro, e os meias Júnior Paraíba e Andrezinho. Na reunião ficou definido também que a equipe na partida de quarta-feira contra o Sergipe será comandada pelo assistente auxiliar técnico Batista.   
Fala Ernando - Depois da demissão do treinador, o diretor de futebol Ernando Rodrigues disse que Fahel era o menos culpado da situação atual. "Não foi ele quem montou essa equipe. Os problemas já existiam. Mas em futebol é assim mesmo, quando as coisas não andam bem, tem que se tomar uma atitude e tomamos essa atitude de dispensar o treinador e afastar alguns atletas", revelou Ernando Rodrigues.
Ernando disse ainda que essa situação tem que ser encarada como uma empresa. "Quando se contrata um funcionário e ele não corresponde, a solução é demiti-lo. Bem assim é no futebol. O Confiança está acostumado com essas dificuldades. Aqui nada se consegue com facilidade. Eu costumo dizer sempre, que o Dragão como uma Fênix, ressurge das cinzas. Foi assim na conquista de 2014 e também em 2015. Por isso, em 2016 não poderia ser diferente. Tomamos a atitude e agora vamos aguardar os resultados", concluiu o diretor.