ELIANE, A CAMPANHA E O LEGADO DE DÉDA

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Publicada em 06/08/2016 às 16:55:00

Eliane Aquino, a viúva de Marcelo Déda, diz que nunca teve ambições políticas, embora sempre procurando exercer a cidadania, defendendo o primado das ideias para qualificar a política, e a ela impor o compromisso republicano. Ela vê no exemplo de Déda um modelo de homem político a ser defendido e valorizado. Para manter vivo o legado de Marcelo Déda, Eliane justifica a sua participação na política partidária, e agora a presença na chapa liderada por Edvaldo Nogueira. A campanha, entende Eliane, será a oportunidade para que possa, de forma mais abrangente, exaltar os valores da ética, da moralidade pública, que foram sempre as balizas que nortearam a caminhada virtuosa de Déda pelas estradas tantas vezes tortuosas da prática política. Ela afirma que o seu modelo de homem público é o que foi construído pelo marido, que esteve no poder e despediu-se da vida deixando uma herança material de posses modestas, lícitas, e a tranquilidade de consciência dos que cuidam do patrimônio público com zeloso rigor.
Para ela, um outro exemplo a ser exaltado e lembrado sempre ao povo sergipano, é o da vida simples e austera de Jose Eduardo Dutra. Presidente da Petrobras, depois, diretor da enorme BR Distribuidora, Zé Eduardo, enquanto a vida se lhe esvaía, tinha o alento e a tranquilidade para acompanhar as notícias sobre o mexer e remexer feito pela Lava Jato na Petrobras, sem que aparecesse qualquer indício de irregularidade por ele cometida.
Eliane afirma que não estaria no palanque de Edvaldo Nogueira se não houvesse acompanhado a sua vida pública e constatado que ele é um seguidor dos mesmos princípios republicanos defendidos por Marcelo Déda. Tanto assim que foi Prefeito de Aracaju durante 5 anos sem que nenhuma atitude indigna lhe fosse imputada.