O MÚLTIPLO USO PARA A BARRAGEM DO POXIM

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Publicada em 27/08/2016 às 16:12:00

A barragem do Poxim é próxima a Aracaju, quase às margens da rodovia BR 101, uns 6 quilômetros após o campus da UFS, do lado direito de quem se desloca em direção a São Cristóvão. Quem tomar uma estradinha vicinal e rodar uns 3 quilômetros, logo irá deparar-se com uma imponente massa d'água rodeada por vegetação luxuriante, onde se destacam restos intocados da quase extinta Mata Atlântica. Quando a barragem estava em construção, a professora Lílian Wanderley, então na diretoria ambiental da DESO, providenciou para que fosse reposta a vegetação, trechos da mata que foram desmatados, e fez o plantio de pelo menos 30 mil mudas, reforçando a mata ciliar, tanto no entorno da barragem como ao longo do rio que a alimenta.
A barragem, como se sabe, é parte do sistema de armazenamento de água para abastecer Aracaju.
Tanto o presidente da DESO, o engenheiro Carlos Melo, como os secretários do Meio Ambiente, Olivier Chagas, do Turismo e Esporte, Saulo Elói, e o presidente da COHIDRO, José Carlos Felizola, entendem que a área poderá ter utilidades múltiplas e transformar-se num ponto de atração, para os aracajuanos, principalmente, caso venham a ser aproveitadas todas as virtualidades ali existentes.
Carlos Melo projeta a criação na DESO de um Instituto Ambiental às margens da barragem. Serviria como escola de práticas ecológicas, e nessa iniciativa estaria envolvido também Olivier Chagas. Já Saulo Elói providenciaria a criação de um Centro Náutico para a prática da vela e do remo, com destaque para a canoagem, e montaria um sistema básico para o turismo ecológico. Felizola estaria interessado num singelo projeto de irrigação que beneficiasse pequenos agricultores já estabelecidos na área, e os levasse à horticultura orgânica.
O que se espera é que a semente da boa ideia possa germinar através da ação.