Varejo registra crescimento

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Publicada em 15/06/2012 às 12:15:00

O comércio varejista cresceu em abril último 0,8% no volume de vendas e 0,6% na receita nominal, ambas as variações com relação ao mês anterior, ajustadas sazonalmente. Nas demais comparações, obtidas das séries originais, o varejo nacional obteve, em termos de volume de vendas, acréscimos da ordem de 6,0% sobre abril do ano anterior, 9,2% no acumulado do quadrimestre e 7,2% no acumulado dos últimos 12 meses. Para os mesmos indicadores, a receita nominal de vendas apresentou taxas de variação de 7,5%, 12,2% e de 11,4%, respectivamente.
Estudo do IBGE mostra que no quarto mês deste ano, oito das 10 atividades pesquisadas obtiveram variações positivas para o volume de vendas, com ajuste sazonal na comparação com março de 2012. Os resultados foram: combustíveis e lubrificantes (2,5%); material de construção (1,8%); móveis e eletrodomésticos (1,5%); equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (1,3%); tecidos, vestuário e calçados (1,1%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,9%); e veículos e motos, partes e peças (0,2%).
Na relação abril de 2012 contra abril de 2011, para o varejo, seis das oito atividades apresentaram resultados positivos: 12,1% em móveis e eletrodomésticos; 3,6% para hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo; 33,2% em equipamentos e material para escritório, informática e comunicação; 6,4% para combustíveis e lubrificantes; 9,2% para artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos; 2,7% para outros artigos de uso pessoal e doméstico; -4,3% em livros, jornais, revistas e papelaria e -1,1% em tecidos, vestuário e calçados.
Móveis e eletrodomésticos, com variação de 12,1% no volume de vendas em relação a abril de 2011, foi o maior impacto na formação da taxa (35%). Este resultado reflete a política do governo de incentivo ao consumo através da redução de alíquotas de IPI para a chamada linha branca, além da manutenção do crédito, da estabilidade do emprego e do crescimento da renda. No acumulado do ano a taxa foi de 15,0% e, nos últimos 12 meses, de 15,8%.