O POLÍGONO DAS SECAS CHEGANDO MAIS LONGE

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Publicada em 15/10/2016 às 23:27:00

Luiz Eduardo Costa


A seca que já 
completa seis 
anos é, dizem os meteorologistas, a pior já acontecida no nordeste. Secam os grandes açudes, estiolam-se os rios São Francisco e Parnaiba. Ambos perderam a proteção das caatingas e cerrados que acompanhavam os seus cursos. Sem reposição, por falta de chuvas, baixam os aquíferos que alimentam os dois rios. No semiárido, até a caatinga restante está ameaçada. Há pragas atacando os mandacarus, facheiros, xique-xiques, enquanto o que sobrou é queimado para transformar-se em carvão. Um saco é vendido a dez reais. O fracasso nos assentamentos na região semiárida está levando os assentados, que nada produzem, ao desespero da fome. Da caatinga, quase exterminada, eles fazem a precária forma de sobrevivência.
Se faz urgente uma ação ampla para evitar a completa degradação do semiárido, e isso tem a ver com a preservação e recuperação da caatinga, com ações pontuais para frear a desertificação, e revitalizar o definhante Velho Chico. O rio Parnaíba, antes, quase delimitava dois ecossistemas distintos, entre a secura do Piauí e a exuberância dos brejos maranhenses, o portal da Amazônia. Hoje, a aridez avança pelo Maranhão, e no sudeste paraense a terra escalavrada já lembra desertos. Enquanto a floresta amazônica se retrai, asseguram os cientistas, o nosso polígono das secas mais se amplia. Chegou ao norte mineiro, faz tempo, já alcança o sul baiano, e vai aparecendo no Espírito Santo, onde as chuvas que agora caem, interromperam, em alguns pontos entre o litoral e as serranias, uma estiagem aproximando-se dos mil dias.
Não se quer desenhar aqui o exagero de uma visão apocalíptica, mas o quadro não deixa de ser assustador. Mudanças climáticas que se processavam no ritmo lento do tempo geológico, são agora visíveis, perfeitamente identificáveis, no escasso período de duas gerações.

A seca que já completa seis anos é, dizem os meteorologistas, a pior já acontecida no nordeste. Secam os grandes açudes, estiolam-se os rios São Francisco e Parnaiba. Ambos perderam a proteção das caatingas e cerrados que acompanhavam os seus cursos. Sem reposição, por falta de chuvas, baixam os aquíferos que alimentam os dois rios. No semiárido, até a caatinga restante está ameaçada. Há pragas atacando os mandacarus, facheiros, xique-xiques, enquanto o que sobrou é queimado para transformar-se em carvão. Um saco é vendido a dez reais. O fracasso nos assentamentos na região semiárida está levando os assentados, que nada produzem, ao desespero da fome. Da caatinga, quase exterminada, eles fazem a precária forma de sobrevivência.

Se faz urgente uma ação ampla para evitar a completa degradação do semiárido, e isso tem a ver com a preservação e recuperação da caatinga, com ações pontuais para frear a desertificação, e revitalizar o definhante Velho Chico. O rio Parnaíba, antes, quase delimitava dois ecossistemas distintos, entre a secura do Piauí e a exuberância dos brejos maranhenses, o portal da Amazônia. Hoje, a aridez avança pelo Maranhão, e no sudeste paraense a terra escalavrada já lembra desertos. Enquanto a floresta amazônica se retrai, asseguram os cientistas, o nosso polígono das secas mais se amplia. Chegou ao norte mineiro, faz tempo, já alcança o sul baiano, e vai aparecendo no Espírito Santo, onde as chuvas que agora caem, interromperam, em alguns pontos entre o litoral e as serranias, uma estiagem aproximando-se dos mil dias.

Não se quer desenhar aqui o exagero de uma visão apocalíptica, mas o quadro não deixa de ser assustador. Mudanças climáticas que se processavam no ritmo lento do tempo geológico, são agora visíveis, perfeitamente identificáveis, no escasso período de duas gerações.

CORTANDO EMPREGOS EM TEMPO DE RECESSÃO

Medidas tomadas pelos órgãos ambientais, na sua maior parte solicitadas pelo Ministério Público, estão agravando a crise do desemprego. São medidas necessárias? Sem dúvidas. Mas, haveria que se imaginar uma forma menos radical nesses tempos adversos, em que preservar emprego se torna a maior das preocupações.

Foram fechados alguns lava jatos, também restaurantes e bares. Os donos receberam multas e um prazo para a adequação ambiental que consiste na construção de um sistema separando o óleo da água, ou de fossas assépticas. Não se pensou no que seria também importante: o reuso da água. Parados, tendo de pagar multas e construir o que é obrigatório, os microempresários estão encerrando sua passagem pela vida dos negócios. Isso não parece algo próximo à sensatez. Não se poderia dispensar a multa, manter os negócios em funcionamento e estabelecer prazo para a adequação?

Já ao longo das estradas federais as pessoas vendendo seus produtos em quiosques, estão sendo obrigadas a recuar vários metros. Seria uma exigência da Policia Rodoviária Federal. Nos veículos que passam as pessoas não enxergam mais os quiosques, e as vendas despencaram. Em Areia Branca, quase todos os vendedores desistiram. 

Nos quiosques são vendidos os produtos da região, e assim o prejuízo, os efeitos negativos sobre o emprego são bem maiores.

Será que não haveria uma solução menos desinteligente, sem ameaçar a sobrevivência de tantas famílias?

Tratamos aqui de atividades exercidas por pessoas pobres. Se fossem empresários de maior porte, seriam tratados da mesma forma?


Só um exemplo: Há um laticínio em Nossa Senhora da Gloria que espalha, no seu entorno (raio de mais de um quilômetro), uma fedentina horrorosa, a pestilência nos ares que também estaria contaminando um açude. Alguém já esteve por lá mandando fechar o laticínio, e aplicando multa?

O CENTENÁRIO DE OSMAN HORA FONTES

Os Procuradores Federais lideraram as homenagens que a sociedade fez ao cidadão, ao ícone do Ministério Público Federal em Sergipe, o professor Osman Hora Fontes. Ninguém definiu melhor o Dr. Osman do que um outro cidadão, também do melhor quilate, o seu colega professor, Manoel Cabral Machado, cujo centenário também se comemora. Outro, que escreveu primorosamente sobre Osman, foi o Procurador Federal paulista, Paulo Gustavo Guedes Fontes. O que a memória de Osman significa em termos de ética, de capacidade profissional, de cultura e atualização com o seu tempo, pode ser resumido na ênfase que deram ao seu centenário, entidades outras, além do MPF, como o Tribunal de Contas de Sergipe, a OAB-Se, a Academia Sergipana de Letras Jurídicas, o MPE, a UFS e a UFBA. Osman é tio e pai de criação da deputada Ana Lúcia, que esteve também à frente das homenagens. No Tribunal de Contas, onde o presidente Clóvis Barbosa fez concentrar a maior parte dos eventos, o professor Gilfrancisco e o jornalista Marcos Cardoso organizaram as publicações sobre o homenageado.

UM MUNICÍPIO EM FASE QUASE TERMINAL

O que se poderá fazer com um município que tinha receita de onze, e agora despencou para seis milhões? E que tem, além de tudo, uma folha de pessoal na casa dos 4 milhões e meio? Sobre as costas do atual prefeito Heleno Silva, foi colocado esse problema criado pela insensatez de Dilma, quando baixou o preço da energia levando ao colapso todo o sistema gerador. O resto está sendo feito pela natureza, com seis anos de seca, e pela incompreensão do secretário da Fazenda Jeferson Passos, recusando-se a participar do trabalho pela recuperação da receita do município castigado.

Deve faltar ao secretário uma visão sistêmica que vá além da rotina do corte de gastos.

A agonia não se fará completa porque, por esses dias, entra em funcionamento a Orla, e o governo do estado também revitaliza o Perímetro Irrigado Califórnia, instalando novo sistema de bombas, e evitando o desperdício de água, recuperando canais deteriorados.  Com maior produção e produtividade, criam-se mais empregos, maior circulação de renda, para compensar, em parte, a receita da Prefeitura, que sumiu. 


O prefeito Heleno continua tentando na Justiça recuperar o que foi perdido. Faz isso de forma impessoal, porque a recuperação que vier a acontecer terá reflexo só na próxima administração. O prefeito eleito Orlandinho já coloca na Prefeitura assessores para que analisem a situação financeira, e busquem possíveis soluções de emergência, que tornem menos tormentoso o seu próximo mandato.

INSULTO E AGRESSÃO SÃO COISAS DE SELVAGENS

As pessoas podem ter repugnância em relação ao ex-deputado Eduardo Cunha, detestar seus métodos, suas patifarias, mas, se manifestarem esses sentimentos através de insultos, ou, pior ainda, de agressões físicas, como aconteceu no aeroporto Santos Dumont, no Rio, estarão cometendo execrável crime de intolerância.


Ato semelhante de destempero e violência aconteceu aqui no aeroporto Santa Maria, há um mês, contra o senador Eduardo Amorim e o deputado federal Jony Marcos. Coisas assim devem merecer o repúdio unânime de todos os que prezam o respeito mútuo entre divergentes.

DO REVOLUCIONÁRIO LÊNIN AOS VALADARES PAI E FILHO

Quem percorre os caminhos da política sabe: essa jornada nunca se completa sem a participação de outros caminhantes.

Vladmir Lênin, teórico e condutor da revolução bolchevista, definia como ¨companheiros de viagem¨ aqueles que se tornavam aliados em determinadas etapas do processo revolucionário. Depois, seriam afastados, mas Lênin não deixou claro se os rastros das alianças teriam de ser apagados.

O senador Valadares, embora se tenha tornado ¨socialista¨, não deve ter tido a preocupação intelectual de aprofundar-se na tentativa de compreender o desenrolar da evolução da sociedade, nem das marchas e contramarchas dos embates ideológicos, e da grande-política que corre, paralela, a conduzir esses eventos. Pragmático, e mais preocupado com o terra a terra da busca de votos, o senador prefere adotar, de forma bem simplista, a tática de juntar aliados circunstanciais, que possam melhor servi-lo.  Em seguida, se mudarem as circunstâncias, trata de apagar os rastros desses momentos, dessas alianças. Ou seja, ele é, essencialmente, um homem das eventualidades, ou das conveniências, se preferirem.

O senador não apenas apaga os rastros, ele dá, também, uma vigorosa escovada na sua imagem, para livrar-se da poeira dos caminhos por onde passou, e ainda se faz crítico e inimigo daqueles com os quais cumpria os seus trajetos. Tem sido, sem dúvidas, um bem sucedido apagador de rastros.

Sempre desfazendo pegadas, o senador Valadares teve inúmeros ¨companheiros de viagem¨, depois descartados, e até, pesadamente criticados. Belivaldo, para ele, tornou-se um ¨covarde traidor¨, Jackson, um ¨imperador autoritário¨. Valadares, sendo e depois não sendo, ou, sendo sempre ele mesmo, foi Augusto Franco, foi João Alves, foi ARENA, foi o regime militar, e, sejamos justos, manifestou-se contra o AI-5, causando mal estar nos companheiros de então; foi Tancredo, e foi Sarney, foi entusiasmado eleitor de Collor, em seguida, foi Itamar, foi Fernando Henrique, e foi Lula, foi Dilma, agora é Temer, foi Déda, e foi Jackson, agora é Edivan Amorim, André Moura, e retorna a João Alves. 

Alguém ainda lembra quem é o primeiro suplente do senador Valadares? Foi exatamente um honrado petista, agora morto, Zé Eduardo. Por que Zé Eduardo entrou na chapa? Porque Valadares precisava do apoio do PT, de Lula, de Déda, de Jackson. 

O senador é extremamente pragmático, tanto assim, que retirou do bolso paternal a sua cria biológica e política, e o fez candidato a Prefeito de Aracaju, enfeitando-o com as cores da renovação e da modernidade.

Os dois, pai e filho, querem ser, agora, a própria encarnação do anti-petismo. O PT caiu em desgraça, desmoralizou-se, por não ter sabido conter a ¨sede ao pote¨. Mas, no momento em que a ¨companheirada¨ e todos os seus aliados mais se saciavam, Valadares, senador, e Valadarizinho, deputado federal, estavam a apoiar incondicionalmente, tanto a Lula, como a Dilma, e ocupando cargos federais importantes, fazendo a política miúda de neles colocar os seus cabos eleitorais. Nisso, a cria, agora candidato, não se diferencia do pai senador. Não se quer aqui dizer que Valadares pai, e Valadares Filho, sejam péssimos exemplares da fauna política. Absolutamente não. Eles não são piores nem melhores do que os outros. São apenas, talvez, excessivamente pragmáticos. Outros dizem: ¨são ególatras e oportunistas¨. Aqui, não chegamos a tanto.

O que não se pode é simplesmente cair no logro de uma renovação que não existe, e de uma promessa de mudança que não acontecerá.

Valadarizinho foi muito enfático quando afirmou que absolutamente não queria o apoio de João Alves, mas, a senadora Maria do Carmo foi aplaudi-lo, e publicamente levar-lhe o seu apoio, e também o de João, seu marido. Depois disso, Valadarizinho manterá o discurso renovador?

Alguém acredita que Valadares pai, e Valadares Filho, não estejam comprometidos até o pescoço com Edivan Amorim? Edivan apoiaria Valadarizinho por acreditar nas suas propostas renovadoras, ou nos olhos azuis do senador seu pai?

Valadares, ao término do seu terceiro mandato no Senado, estará completando 60 anos na vida pública. 

Alguns dizem que o senador acumula a experiência nada desprezível de tanto tempo na politica, outros, mais severos, afirmam que ele tem a experiência de um ano, repetida ao longo dos anos seguintes.

Valadares Filho, muito jovem, está no terceiro mandato de deputado federal. O pai lhe deu esse primeiro emprego, e ele gostou. Não se pode dizer que Valadares Filho seja um péssimo político, todavia, apresentá-lo como uma proposta de mudança, ou como portador de ideias renovadoras, só porque é jovem, trata-se de algo que ofende a inteligência. Por mais escassa que ela seja.

A face é jovem, os propósitos são velhos, anacrônicos, e agora se acoplam a interesses de grupos essencialmente patrimonialistas. Existiria algo mais antigo?


Se alguém, apenas por ter o rosto parecido com o de uma criança imberbe, representar renovação, cheguemos então mais longe, até encontrar, nas fraldas, o resumo do que desejaríamos: TODO PODER AO JARDIM DE INFÂNCIA.

BOB DYLAN, O NOBEL E UMA GERAÇÃO EM FESTA

No Brasil, os anos sessenta e setenta fizeram uma geração movida por generosos sonhos deparar-se com a realidade cinzenta da supressão de direitos, da liberdade, e até da licença íntima para se manter sonhando.

A geração daquele tempo de tantas ditaduras ferozes, ou usando a focinheira de algum comedimento, tivera a visão de uma nova sociedade nascendo em Cuba, com a vitória dos guerrilheiros barbudos, e ouvia, baixinho, a rádio Havana, como se fosse um farol a anunciar o mundo novo. Passaram alguns anos, para que ficasse bem claro que não se muda a sociedade encostando ¨inimigos do povo¨ a um muro para fuzilá-los.

E ficou a pergunta aguilhoante: Quais seriam mesmo os inimigos do povo, e quem os escolheria?

Havia uma ansiosa busca de liberdade, de demolição de preconceitos e modelos estabelecidos, a busca da Justiça, o sonho da igualdade. Acontecia o Maio Parisiense, a Primavera de Praga,Woodstock, a marcha pelos Direitos Civis liderada por Martin Luther King, a luta de Mandela e do seu povo contra a vergonha do apartheid, a condenação ao matadouro do Vietnam.

Havia uma agitação cultural criativa, filósofos se tornavam modismos, artistas, saídos das ruas, tomavam o lugar das celebridades, poesia e protestos se fazendo com música; mobilizando o povo, ampliando o espaço do diálogo, vitalizando os guetos onde se refugiava a liberdade oprimida. A geração daqueles anos viveu tudo isso, amadureceu, ficou velha, embora ainda acreditando na esperançosa utopia de um mundo novo, construindo-se em paz, onde alguém se dedicará a plantar a flor que as próximas gerações poderão colher, no cenário pacificado e límpido de uma terra amainada, e de um céu azul. 

Bob Dylan foi o mais suave, vigoroso e abrangente menestrel desse tempo de ansiedades, revoltas, tragédias, opressão, libertação, razão, lucidez, ódio, e amor sem as amarras do preconceito.

Por isso, quando a Academia Sueca concede ao caipira country, o Prêmio Nobel de Literatura, toda a geração, de todo o mundo, que viveu aquele tempo em que a voz fanhosa dele, mandava que soprássemos ao vento, se sente regiamente homenageada.

 

Pena, que não tenhamos mais no Senado Federal Eduardo Suplicy, para continuar quase recitando, Blowing in the Wind. Mas ele irá lembrar da poesia de Dylan, a poesia de um tempo, na Câmara de Vereadores paulistana, estimulado pela força da decência cívica dos seus 300 mil votos.

MAIS UM MÉDICO QUE NÃO QUER VER ROGÉRIO CARVALHO

Grande maioria da classe médica tem aversão ao colega Rogério Carvalho. Uma das causas da sua derrota quando candidato ao Senado, foi exatamente a ojeriza, que é sentimento dos médicos em relação a ele.

 

Agora, o médico que com espírito humanitário conduz o Hospital de Cirurgia, Gilberto Santos, ex-militante petista, admirador de Déda, quer uma boa distância de Rogério. Gilberto, apesar de Rogério, presidente do PT sergipano, elegeu prefeito de N. S. das Dores, seu filho, o também médico Thiago de Souza Santos. Gilberto não esconde a sua decepção, e diz que não tem compromissos, quer com Rogério, ou com o PT, mas em Aracaju faz campanha para Edvaldo Nogueira, certo de que ele, se eleito prefeito, manterá uma asséptica distância de Rogério.

AS HOMENAGENS QUEFAZ UMA LOJA MAÇÔNICA

Por princípio a Maçonaria é comedida e exigente nas homenagens públicas que faz a pessoas que considera delas merecedoras. Por isso, essas homenagens são filtradas e reduzidas, até para que não se tornem vulgares. Sovina ao homenagear, a Maçonaria é, todavia pródiga, no reconhecimento ao mérito.

 

Seguindo esse ritual de discrição e cuidados, a Loja Maçônica Cotinguiba colocou, na relação dos seus homenageados este ano, o ex-governador Albano Franco e o Reitor da UNIT, professor Jouberto Uchoa. Albano já havia antes sido comunicado, mas a Uchoa fizeram uma surpresa, que aconteceu numa sessão da ASL. Estava presente, simulando uma visita, o venerável Ibrahim Salim, que formou uma comissão de maçons acadêmicos, composta por Francisco Rolemberg, Domingos Pascoal, Geraldo Bezerra, Anderson Nascimento e Murilo Mellins, para que fosse feito o comunicado, aliás, sob aclamação dos presentes.