Ipes suspense atendimento a usuários da Prefeitura de Aracaju

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Publicada em 20/10/2016 às 09:29:00

 

Por falta de pagamento, a direção do Instituto de Previdência e Assistência à Saúde do Estado de Sergipe (IPES) determinou a suspensão de consultas, exames e do serviço de urgência destinados a servidores da Prefeitura de Aracaju. Conforme denúncias feitas pelo órgão, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) acumula uma dívida orçada em R$ 2 milhões e 300 mil, e, por este motivo, seis mil usuários devem perder toda a assistência médica ofertada pelo instituto por tempo indeterminado. O Ministério Público Estadual - por meio da Promotoria de Direitos à Saúde, já foi comunicado da decisão.
Em menos de dois meses essa já é a terceira unidade de saúde que decide suspender as atividades destinadas aos funcionários, ou usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), ligados à administração pública da capital sergipana. Antes do IPES o Hospital São José e o Hospital de Cirurgia também optaram por interromper o convênio firmado com a PMA. Juntando a dívida existente com as três unidades, o déficit supera a casa dos 10 milhões de reais. Para evitar maiores prejuízos, as três administrações hospitalares seguem com parte dos serviços indisponíveis.
Na tarde de ontem o Jornal do Dia entrou em contato com a assessoria de comunicação da SMS, e foi informado que esse tipo de pendência não é de responsabilidade da pasta, e sim da Secretaria de Fazenda. Na avaliação feita pelo presidente do Ipes, Christian Oliveira, a falta de progresso nos diálogos tem contribuído para gerar insatisfação generalizada. O gestor pede mais atenção por parte do prefeito João Alves Filho e dos órgãos de fiscalização.
"Entendemos as dificuldades, mas já estávamos dialogando sobre o atraso desses pagamentos e aguardávamos o repasse das verbas pendentes; infelizmente nenhum resultado concreto, ou seja, pagamento ao menos de parte da dívida foi contabilizado. A decisão foi adotada pela administração direta do IPES que não pode mais promover os atendimentos enquanto espera a quitação dos débitos", lamentou. Com a paralisação, a perspectiva é de aproximadamente 200 pessoas prejudicadas todos os dias. O JD entrou em contato com a Semfaz, mas a pasta não informou quando esse pagamento deve ser realizado.

Por falta de pagamento, a direção do Instituto de Previdência e Assistência à Saúde do Estado de Sergipe (IPES) determinou a suspensão de consultas, exames e do serviço de urgência destinados a servidores da Prefeitura de Aracaju. Conforme denúncias feitas pelo órgão, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) acumula uma dívida orçada em R$ 2 milhões e 300 mil, e, por este motivo, seis mil usuários devem perder toda a assistência médica ofertada pelo instituto por tempo indeterminado. O Ministério Público Estadual - por meio da Promotoria de Direitos à Saúde, já foi comunicado da decisão.

Em menos de dois meses essa já é a terceira unidade de saúde que decide suspender as atividades destinadas aos funcionários, ou usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), ligados à administração pública da capital sergipana. Antes do IPES o Hospital São José e o Hospital de Cirurgia também optaram por interromper o convênio firmado com a PMA. Juntando a dívida existente com as três unidades, o déficit supera a casa dos 10 milhões de reais. Para evitar maiores prejuízos, as três administrações hospitalares seguem com parte dos serviços indisponíveis.

Na tarde de ontem o Jornal do Dia entrou em contato com a assessoria de comunicação da SMS, e foi informado que esse tipo de pendência não é de responsabilidade da pasta, e sim da Secretaria de Fazenda. Na avaliação feita pelo presidente do Ipes, Christian Oliveira, a falta de progresso nos diálogos tem contribuído para gerar insatisfação generalizada. O gestor pede mais atenção por parte do prefeito João Alves Filho e dos órgãos de fiscalização.

"Entendemos as dificuldades, mas já estávamos dialogando sobre o atraso desses pagamentos e aguardávamos o repasse das verbas pendentes; infelizmente nenhum resultado concreto, ou seja, pagamento ao menos de parte da dívida foi contabilizado. A decisão foi adotada pela administração direta do IPES que não pode mais promover os atendimentos enquanto espera a quitação dos débitos", lamentou. Com a paralisação, a perspectiva é de aproximadamente 200 pessoas prejudicadas todos os dias. O JD entrou em contato com a Semfaz, mas a pasta não informou quando esse pagamento deve ser realizado.