Começa a valer multa para quem trafega indevidamente nas faixas azuis.

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Publicada em 02/11/2016 às 00:13:00

 

Depois de seis meses entre autorizações e proibições judiciais, a Prefeitura de Aracaju começou a autuar todos os condutores automotivos que sejam flagrados transitando pelas faixas azuis - destinadas a ônibus do transporte coletivo, táxis com passageiros e veículos de transporte escolar. A fiscalização teve início às 6h de ontem por meio dos radares e agentes da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT). O desrespeito à legislação rende ao condutor perda de três pontos na Carteira Nacional de Habilitação e multa no valor de R$ 88,38.
Criticada por parte dos aracajuanos que utiliza outros meios de transporte que não sejam os públicos, os corredores de ônibus foram testadas entre os meses de maio, junho e julho, quando foi possível contabilizar uma redução de até 40 minutos no tempo de viagem destinada aos usuários. Os benefícios gerados aos mais de 250 mil passageiros renderam ao Setransp uma aprovação superior a 85%. Em contraponto, despertou ações jurídicas que puseram em risco a permanência das faixas exclusivas. Orientações educacionais seguem sendo publicadas nos painéis instalados na cidade.
Em contraponto, a decisão mais uma vez não foi aprovada pelos motoristas. Entre os argumentos mais utilizados refere-se às estruturas de vias expressas que, para muitos, são curtas diante da atual frota de carros, motos e veículos de carga que transitam diariamente pelas avenidas da capital sergipana. Para o publicitário Laércio Mangueira, a falta de diálogo junto aos aracajuanos fez com que muitos moradores reprovassem a ideia de funcionalidade das faixas no período das 6h às 20h, de segunda a sexta-feira. O crítico acredita que os congestionamentos serão ampliados.
"O problema não está nas faixas exclusivamente, mas sim na falta de diálogo com a população como ocorria, por exemplo, na gestão de Marcelo Déda quando ele botou em prática a ideia de orçamento participativo. Parecia que a prefeitura estava disposta e interessada em debater o futuro da nossa cidade justamente com nós contribuintes. Agora a decisão é autoritária e se a gente não respeitar tome-lhe multa. Aracaju não tem espaço suficiente para reduzir uma via e deixar apenas duas, ou uma, para os motoristas e motociclistas", lamentou.

Depois de seis meses entre autorizações e proibições judiciais, a Prefeitura de Aracaju começou a autuar todos os condutores automotivos que sejam flagrados transitando pelas faixas azuis - destinadas a ônibus do transporte coletivo, táxis com passageiros e veículos de transporte escolar. A fiscalização teve início às 6h de ontem por meio dos radares e agentes da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT). O desrespeito à legislação rende ao condutor perda de três pontos na Carteira Nacional de Habilitação e multa no valor de R$ 88,38.

Criticada por parte dos aracajuanos que utiliza outros meios de transporte que não sejam os públicos, os corredores de ônibus foram testadas entre os meses de maio, junho e julho, quando foi possível contabilizar uma redução de até 40 minutos no tempo de viagem destinada aos usuários. Os benefícios gerados aos mais de 250 mil passageiros renderam ao Setransp uma aprovação superior a 85%. Em contraponto, despertou ações jurídicas que puseram em risco a permanência das faixas exclusivas. Orientações educacionais seguem sendo publicadas nos painéis instalados na cidade.

Em contraponto, a decisão mais uma vez não foi aprovada pelos motoristas. Entre os argumentos mais utilizados refere-se às estruturas de vias expressas que, para muitos, são curtas diante da atual frota de carros, motos e veículos de carga que transitam diariamente pelas avenidas da capital sergipana. Para o publicitário Laércio Mangueira, a falta de diálogo junto aos aracajuanos fez com que muitos moradores reprovassem a ideia de funcionalidade das faixas no período das 6h às 20h, de segunda a sexta-feira. O crítico acredita que os congestionamentos serão ampliados.

"O problema não está nas faixas exclusivamente, mas sim na falta de diálogo com a população como ocorria, por exemplo, na gestão de Marcelo Déda quando ele botou em prática a ideia de orçamento participativo. Parecia que a prefeitura estava disposta e interessada em debater o futuro da nossa cidade justamente com nós contribuintes. Agora a decisão é autoritária e se a gente não respeitar tome-lhe multa. Aracaju não tem espaço suficiente para reduzir uma via e deixar apenas duas, ou uma, para os motoristas e motociclistas", lamentou.