Sergipe registra saldo positivo de emprego em outubro

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Publicada em 30/11/2016 às 00:48:00

No mês de outubro de 2016, Sergipe apresentou um saldo (total de admissões menos total de desligamentos) positivo de 1.932 empregos formais, sendo o primeiro saldo positivo do ano.A análise foi realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS)

Os setores da Indústria de Transformação e da Agropecuária foram os que apresentaram resultados mais representativos, com saldos positivos de 1.873 e 1.448 empregos, respectivamente. O bom desempenho na agropecuária deveu-se ao período de safra da cana-de-açúcar, sendo que a atividade de cultivo da cana-de-açúcar sozinha gerou 1.437 novos empregos. Na Indústria de Transformação, o bom desempenho deveu-se, principalmente, pela fabricação de açúcar bruto, que criou 1.899 novos postos de trabalho, no mês de outubro.

Entre os setores que apresentaram saldos negativos, o pior resultado foi observado na Indústria da construção, com redução de 689 empregos, no mês de outubro de 2016, sendo a construção de edifícios a atividade que mais colaborou para o mau desempenho, contabilizando 461 empregos a menos. O segundo pior resultado foi observado no setor de serviços, com a redução de 439 postos de trabalho, com destaque para a atividade de teleatendimento, com a redução de 135 empregos.

Entre os municípios sergipanos com mais de 30 mil habitantes, Capela apresentou o melhor desempenho, com a criação de 1.469 novas vagas, principalmente no setor da agropecuária. O segundo melhor desempenho foi observado em São Cristóvão, com 128 novas vagas, geradas principalmente no setor de serviço, ambos em outubro de 2016. Os saldos negativos mais significativos foram observados nos municípios de Aracaju e Tobias Barreto, que apresentaram redução de 1.412 e 60 postos de trabalho, respectivamente, tendo como principal responsável, pelo mau desempenho, a indústria da construção, em Aracaju, e do setor de serviços, em Tobias Barreto.