Mais de 20 municípios não cumprem meta de transparência em Sergipe

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Publicada em 16/12/2016 às 00:45:00

 

O trabalho de monitoramento e mobilização feito pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE/SE) elevou o índice médio de transparência dos municípios sergipanos de 3,1 para 6,6, numa escala de 0 a 10, conforme levantamento apresentado no Pleno desta quinta-feira, 15, pelo conselheiro-presidente Clóvis Barbosa de Melo.

A avaliação, feita pela Diretoria de Controle Externo de Obras e Serviços (Dceos), segue as diretrizes da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (ENCCLA), que considera critérios como a publicação de receitas e despesas, dados sobre licitações e contratos e também a divulgação da remuneração individualizada do agente público.

Este foi o relatório final da avaliação feita pela Corte de Contas. "Foi um trabalho que mudou completamente o cenário dos portais da transparência dos municípios sergipanos, que na segunda avaliação do MPF ocupavam a 4ª pior posição em relação aos demais estados e agora, com os números atuais, seríamos os primeiros do Nordeste e o quinto do país", destacou o conselheiro-presidente Clóvis Barbosa.

Conforme o relatório, 22 municípios ainda permanecem com nota abaixo de 5,0: Areia Branca (4,2), Carira (2,2), Canindé de São Francisco (2,9), Moita Bonita (4,9), Monte Alegre (2,7), Nossa Senhora da Glória (0,0), Santo Amaro das Brotas (0,0), Muribeca (4,3), Telha (2,4), Amparo de São Francisco (2,4), Aquidabã (4,4), Brejo Grande (3,2), Canhoba (2,9), Cumbe (1,6), Itabi (3,4), Japaratuba (3,7), Santa Rosa de Lima (0,7), Santana do São Francisco (2,7), Pedrinhas (1,6), Pinhão (2,3), Poço Verde (0,0), Porto da Folha (1,7).