Huse trabalha com plano de contingência e tem atendimento dentro da normalidade

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Publicada em 27/12/2016 às 00:14:00

Com a aplicação do Plano de Contingência da Saúde para as operações de final de ano, elaborado para garantir o pleno funcionamento da rede e o atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), a semana no Hospital de Urgências de Sergipe (Huse) foi considerada dentro da normalidade.

No período entre os dias 19 e 25 de dezembro, foram registrados 2.885 atendimentos, sendo que 362 pessoas ficaram internadas para novos exames e/ou em observação. “Montamos uma estratégia para garantir atendimento a todos os usuários que chegassem ao hospital. Graças ao trabalho preventivo e de organização tudo ocorreu bem. Vamos continuar com a mesma tática para as festas de final de ano”, declarou o coordenador do pronto socorro do Huse, Vinícius Vilela.

O setor de trauma recebeu um número elevado de pacientes, no entanto, dentro da capacidade de atendimento. Já a sala de sutura e a ortopedia receberam, juntas, 962 usuários, com 151 internamentos entre a área verde de trauma e o centro cirúrgico. Os consultórios do Otorrinolaringologista e do Oftalmologista somaram 67 atendimentos, mas nenhuma internação. No hospital pediátrico foram registrados 431 atendimentos, com 47 internamentos.

Os ambulatórios de oncologia, radioterapia, nutrição, retorno e fisioterapia também tiveram seus atendimentos dentro da normalidade, com 119 pacientes registrados durante a semana. Para o agricultor Gevaldo Silva, 48, do município de Cumbe, a consulta foi rápida e positiva. “É a segunda vez que venho para a consulta aqui no ambulatório de retorno e sempre é tudo certo e organizado. Já estou com a outra consulta marcada para próxima semana, onde farei a cirurgia”, explicou.

A área azul, destinada aos pacientes que têm o caso clínico considerado como de baixa complexidade, teve grande movimentação durante a semana. Foram 1.276 usuários do SUS, sendo que 1.154 tinham perfil de atendimento para as unidades de pronto atendimento (UPA) do município e Unidades Básicas de Saúde - todas ainda com as atividades paralisadas ou com redução no número de profissionais.

A dona de casa Sílvia Regina Souza, 37, sentiu uma forte dor de cabeça e foi direto para o Huse. “Eu estava em casa e não me senti bem depois de varrer a casa. Vim direto para o Hospital de Urgências porque sabia que os municipais não estavam funcionando. Fiz uma tomografia, mas está tudo dentro da normalidade”, contou.