Coleta de lixo de Aracaju já foi retomada

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Publicada em 11/01/2017 às 00:28:00

O presidente da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), Mendonça Prado, informou que o serviço de coleta de lixo de Aracaju voltou a ser regularizado na tarde de terça-feira, 10. A coleta estava paralisada desde o último final de semana, após a interdição do aterro sanitário administrado pela empresa Estre Ambiental.

Na manhã desta terça-feira, o juiz da vara 12ª Vara, Isaac Costa Soares de Lima, concedeu liminar para a Estre Ambiental, com isso, os serviços de coleta de lixo já foram retomados.

A interdição ocorreu após uma determinação da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema), que interditou o aterro sanitário gerido pela Estre, no município de Rosário do Catete, por descumprimento de algumas normas relacionadas à execução do serviço.

Assim que foi informado a respeito da interdição, o presidente da Emsurb, Mendonça Prado, acionou o setor jurídico da empresa para que notificasse a Estre Ambiental pelo não cumprimento das cláusulas contratuais.

"Por determinação do prefeito, Edvaldo Nogueira, intermediamos um diálogo entre a empresa Estre Ambiental e a Adema para buscar uma solução rápida para essa questão, evitando assim que a população fosse penalizada com o impedimento da coleta diária de lixo em nossa capital", explicou o presidente da Emsurb, Mendonça Prado.

 

Explicações - Em nota, a Estre Ambiental informa que a decisão judicial afirma que o parecer técnico da Adema "não conclui na direção de que seja interditado o aterro", diferentemente do que estabeleceu o presidente da Adema, José Almeida Lima, em seu despacho. Diz ainda que não foi dada a empresa a oportunidade de defesa no processo administrativo. Com a reabertura, o aterro já está apto a receber resíduos dos clientes privados e públicos de Sergipe que ficaram desatendidos, como os do município de Aracaju, onde a coleta de lixo será retomada imediatamente. A Estre reitera que trabalha com os mais altos padrões de segurança ambiental e tecnologia em seus empreendimentos e lamenta que, para manter a prestação de um serviço público essencial e preservar os interesses da população e o meio ambiente, teve de recorrer ao poder judiciário novamente.”