Eliane Aquino debate parcerias com entidades LGBT

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Publicada em 18/01/2017 às 00:12:00

A vice-prefeita e secretária municipal de Assistência Social e Cidadania, Eliane Aquino, recebeu nesta terça-feira, 17, representantes de diversas entidades que militam em prol de políticas afirmativas para a população LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais).

O encontro, direcionado à construção de uma agenda de ações que promovam direitos a esse público e impulsionem as atividades voltadas ao Dia da Visibilidade Trans, celebrado em 29 de janeiro, contou com a presença da coordenadora nacional da Rede Trans – Rede Nacional de Pessoas Trans do Brasil, Tatiane Aquino; do presidente da ADHONES – Associação de Defesa dos Direitos Humanos das Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais do Estado de Sergipe, Marcelo Menezes; da tesoureira da ASTRA – Associação Sergipana de Travestis e Transexuais, Maria Eduarda; e da deputada estadual Ana Lúcia Menezes, que é vice-presidente da comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa de Sergipe.

Os dados apontam que as graves violações de direitos têm as raízes, em sua maioria, no preconceito e na falta de instrução a respeito do tema. Por isso, a fim de combater a homofobia, lesfobia e transfobia, serão realizadas oficinas de formação sobre o tema nos Centros de Referência da Assistência Social (CRAS) e nos Centros de Referência Especializada da Assistência Social (CREAS) de Aracaju. Voltadas a utilizar a informação e o conhecimento como ferramentas de enfrentamento ao preconceito e respeito à diversidade, as oficinas serão realizadas pelas próprias entidades do movimento com o apoio de técnicos da Semasc.

 “É muito importante que os trabalhadores do Sistema Único da Assistência Social (SUAS) saibam conduzir esse tema da melhor forma. Não queremos, de modo algum, que o preconceito seja reproduzido dentro dos nossos equipamentos. Nosso papel é fazer o melhor possível para o esclarecimento da sociedade”, garantiu Eliane Aquino.

Para Tatiane Aquino esse momento de abertura de diálogo é extremamente bem-vindo. “Foi importante a aproximação com a pasta da assistência, porque hoje em dia a gente entende que o movimento LGBT tem que estar integrado com todas as pastas governamentais. Hoje foram discutidas diversas proposições, demonstrando que essa pasta pode influenciar outras e conseguir bons produtos a partir da integração. A gente quer propor e trazer a nossa experiência com a população de base para que o cenário de inclusão seja fortalecido”.

Também participaram da reunião a diretora de Direitos Humanos da Semasc, Lídia Anjos, o coordenador de Promoção da Equidade, Paulo Victor Melo, e a diretora de Gestão do SUAS, Rosária Rabêlo.