GGCC cumpre a primeira reintegração de 2017 sem emprego da tropa

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Publicada em 28/01/2017 às 00:03:00

Duas visitas técnicas, muitos diálogos e tratativas referentes à negociação do cumprimento do mandado de reintegração de posse de propriedade localizada no município de Propriá, resultaram na desocupação voluntária da área. A certificação da desocupação e devido cumprimento do mandado ocorreu nesta sexta-feira, 27, com as presenças do oficial de justiça, policiais militares do Grupo de Gestão de Crises e Conflitos, além da proprietária e integrantes do Movimento dos Sem Terra (MST).

Após receberem a demanda do Poder Judiciário, os integrantes do GGCC iniciaram as negociações no dia 21 de dezembro de 2016, através da primeira visita técnica, criando o primeiro contato com os ocupantes da propriedade. No local, os policiais foram recebidos com pacificidade, mantendo a abertura de um diálogo verdadeiro e favorável.

Em um segundo momento, no dia 11 de janeiro de 2017, os policiais reuniram-se mais uma vez com os ocupantes e a liderança local do MST a fim de buscar um convencimento da saída voluntária por parte dos  ocupantes. Na ocasião foi ajustado entre o GGCC e os ocupantes da propriedade, um prazo até dia 27 de janeiro para desocupação voluntária da área e posterior certificação de reintegração da posse.

“Uma vez que não houve manifestação na justiça por parte da advogada do MST na tentativa de reverter a decisão judicial, ficou claro que o movimento não tinha interesse em prosseguir no processo, fato que motivou o GGCC a negociar em antecipação uma data de saída voluntária dos ocupantes, buscando definir em comum acordo com o movimento, de modo a ser favorável para todos os envolvidos”, destaca capitão Marcos Rocha, coordenador do GGCC.

O diálogo entre o Grupamento de Gestão de Crises e Conflitos e os ocupantes facilita a comunicação entre as partes envolvidas de modo que a situação se concretize com o maior clima de pacificação possível e menor prejuízo para os interessados em questão. “Com a negociação mediada e o diálogo estabelecido, tornou-se dispensável a presença de forças especializadas da Polícia Militar no local, havendo um clima pacífico com estabilidade emocional entre o Poder Judiciário, requerente da ação e ocupantes do local”, finaliza o capitão Marcos Rocha.