Nove municípios estão com alto índice de infestação do Aedes aegypti

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Publicada em 03/02/2017 às 00:11:00

A Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Coordenação do Núcleo de Endemias, divulga o resultado do primeiro Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) de 2017. Ao todo, 54 municípios apresentaram os dados, sendo que nove deles estão com índices acima de 3,9%, o que representa uma classificação de alto risco de infestação.

“Nestes casos, a população deve ficar em alerta para a ocorrência de surtos ou epidemias. Estão nesse grupo as cidades de Simão Dias (13,4%), Salgado (6,4%), Siriri (6,3%), Aquidabã (6,1%), Itabaiana (5,2%), Nossa Senhora das Dores (5,0%), Japaratuba (4,7%), Monte Alegre (4,5%) e Carira (4,2%)”, informa a coordenadora do Núcleo de Endemias da SES, Sidney Sá.

Comparando com o resultado do LIRAa divulgado em outubro de 2016, houve um aumento no número de municípios em situação de alto risco. “Eram somente três: Itabaiana, Simão Dias e Carira. Todos continuam na lista”, reforça.

Já na classificação de médio risco de infestação, com resultados que variam entre 1% e 3,9%, estão 30 municípios sergipanos – apenas três a menos que último Levantamento. Nossa senhora da Glória (3,9%), Pedrinhas (3,7%), São Domingos (3,6%), Lagarto (3,4%), Tobias Barreto (3,3%), Laranjeiras (3,3%), Capela (3,2%) e Porto da Folha (3,1%) estão no topo da lista.

Apenas 15 municípios compõem o grupo considerado de baixo risco de infestação, com índices menores que 1%. São eles: Japoatã (0%), Nossa Senhora do Socorro (0,3%), Areia Branca (0,4%), Pirambu (0,4%), Carmópolis (0,4%), Cristinápolis (0,4%), Cedro de São João (0,5%), Ilha das Flores (0,5%), Umbaúba (0,5%), Santana do São Francisco (0,6%), Malhador (0,7%), Neópolis (0,7%), Poço Redondo (0,7%), Ribeirópolis (0,8%) e Canindé do São Francisco (0,9%).

“Recomendamos sempre que os municípios utilizem o resultado obtido pelo LIRAa para programar e intensificar as ações de combate e prevenção ao Aedes aegypit, principalmente nas localidades onde os índices deram mais elevados. A SES também utiliza esses dados como ferramenta de avaliação utilizada para a programação da Brigada Itinerante, que é o reforço do Estado na luta contra o mosquito”, esclarece Sidney Sá.