Sergipe não registra casos de febre amarela

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Publicada em 04/04/2017 às 00:45:00

Depois do surgimento de quatro macacos mortos no Estado da Bahia, órgãos de saúde pública em Sergipe estão atentos à possibilidade de registro de Febre Amarela. De acordo com a Secretaria de Estadoda Saúde (SES), até o momento os indícios no estado vizinho não obrigam os sergipanos a seguir até as unidades de atendimento em busca do medicamento. Este procedimento segue destinado apenas para aqueles que pretendem viajar nos próximos meses com destino a regiões do Brasil onde a doença foi oficialmente detectada. Para quem está com viagem confirmada, será necessário seguir até uma UPA, solicitar a vacina e apresentar o comprovante.

De acordo com a coordenadora do programa Estadual de Imunização, Sândala Teles, é necessário que a população, assim como ocorre nos demais estados brasileiros, esteja atenta aos desdobramentos da doença, porém, ela ressalta que em Sergipe o risco ainda não é considerado uma ameaça. Na tentativa de imunizar a população em caso de notificação, profissionais da Vigilância Sanitária Estadual realizam desde o início do ano exames em macacos em vários municípios locais. O órgão garante que até o último final de semana nenhum registro que gerasse preocupação foi detectado.

"As orientações seguem apenas para os sergipanos com viagem marcada para as zonas de risco. Mesmo com a confirmação dos macacos mortos em Salvador, cidade muito próxima de nós, é preciso garantir que as análises na Bahia ainda não detectaram a morte por causa da doença, nem aqui em Sergipe identificamos registros que possam nos causar preocupação. Cautela e estudos são necessários apenas para evitar a oficialização de casos da Febre Amarela por aqui", declarou.

A vacina está disponível apenas para crianças a partir de nove meses até a idade adulta."É natural que as pessoas fiquem preocupadas, mas ressaltamos que até o momento a população não precisa seguir até os postos de vacinação e solicitar o medicamento. O foco continua para os viajantes", pontuou a coordenadora.