Prefeitura de Neópolis realiza audiência pública sobre Lei de Diretrizes Orçamentárias

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Publicada em 18/04/2017 às 00:39:00

Atendendo ao disposto no artigo 48 parágrafo único da Lei de Responsabilidade Fiscal e em acordo com a Lei nº 10.257/01 (Estatuto da Cidade), a Prefeitura de Neópolis realizou nesta segunda (17), a audiência pública para apresentação e discussão do PPA (Lei do Plano Plurianual), da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) e da LOA (Lei Orçamentária Anual).

“São leis e programas que têm uma correlação entre si e são de fundamental importância para a gestão. Os programas do PPA têm metas e indicadores quantificados. Já a LDO explicita metas para cada ano, enquanto a LOA reserva recursos para sua execução”, explica o prefeito de Neópolis, Luiz Melo de França, “Dr. Luizinho”.

Segundo José Ricardo Corrêa, coordenador de planejamento da Erpac, empresa responsável pela gestão contábil do município, o PPA tem vigência de quatro anos e começa a valer no início do mandato. “Nele estão as diretrizes, objetivos e metas regionalizadas para despesas de capital e para as relativas aos programas de duração continuada”, informa.

“Já a LDO vale por um ano. Seu conteúdo é composto pelas metas e prioridades a serem contempladas no Orçamento Municipal, orientando a sua elaboração, além de alterações na legislação tributária; política e aplicação das agências financeiras de fomento”, detalha José Ricardo Corrêa.

A LOA também tem Vigência anual, sendo que ela fixa os recursos financeiros no Orçamento Fiscal, no de Seguridade Social e no de Investimentos das Estatais, além de viabilizar a execução orçamentária e financeira.

Todas as leis estão sendo amplamente discutidas com a comunidade de Neópolis para, em seguida, serem encaminhadas para apreciação e votação na Câmara Municipal. “Estamos fazendo tudo no prazo e de acordo com as exigências legais para que não haja nenhum problema no andamento da nossa gestão. Com isso, queremos garantir que as políticas públicas chegam à população, beneficiando, principalmente, aqueles que mais precisam da administração municipal”, frisa Dr. Luizinho.