CNM defende reformas

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Publicada em 17/05/2017 às 00:09:00

A vigésima marcha a Brasília em defesa dos municípios, que começou na manhã desta terça-feira e segue até próxima quinta-feira, 18, que busca discutir e reafirmar o apoio a Reforma da previdência proposta pelo presidente Temer, para recuperar a economia brasileira.

Com um discurso regado a  muitos aplausos , o presidente da confederação nacional de municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, foi ovacionado quando falou sobre o papel do governo federal contribui para que as dificuldades sejam enfrentadas pelos municípios.

Segundo a CNM, os mais de seis mil participantes da marcha 2017, ouviram do presidente, a sobre a satisfação de realizar um evento como esse que tem primordial importância para os municípios brasileiros, e buscou afirmar que essa reunião já redeu mais de R$500 bilhões aos municípios.

Em meio a participação de várias autoridades na cerimônia, inclusive a do presidente Michel Temer, Ziulkoski, se emocionou ao relembrar a primeira edição da marcha, “Há vinte anos fomos recebidos por cachorros e, hoje, o governo estar aqui para esse diálogo, é muito importante”.

Ainda durante a cerimônia de abertura do evento, Paulo Ziulkoski,  falou sobre como é importante e necessário que a reforma da previdência seja aprovada pelo congresso nacional, e explicou o apoio que está sendo dado dos municípios para que a proposta seja aprovada o quanto antes , “Nós analisamos e discutimos essa questão no conselho político da entidade. Chegamos à conclusão de que devemos apoiar a Reforma com base em estudos técnicos”.

 

 

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André Moura

Na manhã desta terça-feira, o líder do governo e deputado, André moura, publicou uma ótima notícia para todos os prefeitos, logo após acompanhar o presidente Michel Temer na solenidade de abertura da Marcha dos Prefeitos 2017. Ele explicou que o presidente assinou a Medida Provisória que permite um novo parcelamento do Refis, que vem a ser a dívida que os municípios têm com o INSS, a dívida previdenciária. O líder ainda declarou que com a nova proposta os municípios terão a oportunidade de parcelar débitos em até 200 meses, sem obrigatoriedade de entrada.  André Moura ainda comemorou dizendo que isso significa mais verba para os municípios: “É mais dinheiro em caixa nas prefeituras, para obras e ações a fim de melhorar a qualidade de vida das pessoas, prova maior do nosso compromisso, do compromisso do governo Michel temer, com o fortalecimento dos municípios brasileiros e, em especial, dos sergipanos”.

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Cedro de São João

O prefeito do município de Cedro, Neudo Alves, está em Brasília, desde segunda-feira (15), acompanhado do vice-prefeito Luiz Delfino Junior, dos vereadores, Diego Melo, Wanderlei Alves, Marlison Santos, Noélia Melo e Lidiane Alves e do  presidente da Câmara Municipal Nelson Santana, participando da XX Marcha a Brasília em defesa dos municípios. Atualmente, a Marcha é o maior evento municipalista da América Latina. De acordo com a CNM, o objetivo do evento é debater junto aos gestores municipais as pautas prioritárias e, posteriormente, levar essas reivindicações até o governo federal. Além de debater a pauta prioritária junto com os milhares de gestores municipais brasileiros, a Marcha representa o momento de apresentar as demandas locais às autoridades e lutar por temas que permitam a conquista de autonomia pelos Municípios.

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Valadares Filho

Após declaração feita pelo prefeito Edvaldo Nogueira a um portal de notícias, sobre a incerteza da realização do forró caju, maior evento junino de Sergipe, por causa da falta de verba da prefeitura de Aracaju, o deputado federal Valadares Filho lamentou nas redes sociais a falta de planejamento estratégico do gestor atual da capital. Em uma delas ele escreveu “ infelizmente a falta de planejamento e criatividade em criar alternativas coloca em risco a realização do maior evento junino de Aracaju”.

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Valadares Filho II

Ainda em suas redes sociais o deputado, criticou veementemente a gestão da prefeitura Aracajuana que não mostra interesse e nem iniciativas de propor parcerias para que se conseguisse diminuir taxas e valores que possivelmente serão gerados na realização do evento e de outras possíveis ações da prefeitura. Ele declarou que os gestores não cehgam próximo do que se caracteriza uma gestão econômica moderna “ A capital vive uma gestão distante da modernidade administrativa, é incapaz de promover parcerias que não onerem os cofres públicos”.