Arraiá do Povo tem programação à tarde

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Publicada em 27/06/2017 às 07:58:00

Para aqueles que preferem aproveitar os festejos juninos durante o dia, o Arraiá do Povo traz uma programação especial nesta terça-feira, 27. A partir das 15 horas a Praça de Eventos da Orla de Ataia já estará em pleno vapor com apresentações artísticas e quadrilhas juninas, além de toda a sua estrutura de bares, comidas típicas, brinquedos infláveis e feiras de artesanatos.

 

A programação do Palco Clemilda começa as 15 horas com a apresentação de Grilo do Forró, seguida de Ararão do Nordeste, Quadrilha Junina Seculo XX, Luiza Lu,  Quadrilha Junina Unidos em Asa Branca. Já a partir das 21 horas a animação segue ao som de Balança Eu, Sandro Beck e Antônio Carlos Du Aracaju. Paralelamente, o Coreto Ismar Barreto receberá mais uma vez Odir Caius e na sequencia, Lula do Acordeon e Banda Cariri.

 

Arraiá do Gonzagão – As quadrilhas juninas carregam mais do que a beleza das roupas, a música, os movimentos precisos e a alegria da dança. Na maioria das vezes, há uma tradição familiar, que as tornam ainda mais bonitas e unidas neste propósito. Neste domingo, 25, famílias lotaram o Arraiá do Gonzagão, mais uma vez, para acompanhar a primeira etapa semifinal do concurso de quadrilhas que definiu as três primeiras finalistas desta edição.

 

As quadrilhas Século XX, Asa Branca e Meu Sertão receberam as maiores notas dos jurados e foram selecionadas para a grande final do concurso que acontece na quarta-feira, 29 de junho. Também se apresentou na noite a Quadrilha Assum Preto, e a quadrilha Chamego Bom foi desclassificada por não comparecer ao evento.

 

Criada no Conjunto Augusto Franco há 32 anos, a quadrilha Asa Branca não mediu esforços para fazer bonito em casa. “Fizemos algumas alterações para a apresentação desta noite, para trazer surpresas novas, e ficamos muito felizes por ver que nosso trabalho está dando certo e sendo bem aceito pelo público e pelos jurados”, afirmou o marcador André Camilo.  

 

Feliz com a classificação, a presidente da Meu Sertão, Maria Vaneide dos Santos, conta que a força da quadrilha também vem das tradições passadas por gerações.  “Na quadrilha tem irmãos que dançam juntos, pais, filhos, tios, sobrinhos, é um grupo bastante familiar. Acho que a cultura só sobrevive quando é passada de pai para filho, e nas quadrilhas mais ainda, porque quando o pai ou a mãe gosta, é difícil que o filho não vá se encantar também”, defendeu.  

 

O mesmo comprova a integrante da Assum Preto, Roseane Pereira Melo, sobre o que a motivou a dançar. “Meu interesse em participar de quadrilhas juninas foi despertado através de minha mãe, que dançava quando eu era criança. Comecei a dançar com 14 anos, lembro que na primeira vez estava muito nervosa, mas depois me apaixonei e danço há sete anos”, contou. 

 

Próximas datas – No dia 28, será a vez das quadrilhas Amor Caipira, Retirantes do Sertão, Xodó da Vila, Unidos em Asa Branca e Pioneiros da Roça, disputarem vagas pela final.

 

O Encontro Nordestino de Cultura, evento promovido pelo Governo do Estado, através da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), com patrocínio do Banese Corretora de Seguros, Caixa Econômica Federal e apoio da Unit, Maratá, Sebrae, Fundação Aperipê, Secretaria de Estado do Turismo e Assembleia Legislativa.

 

Participaram do evento a Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT), a Polícia Militar, Vigilância Sanitária Estadual e Municipal, Defesa Civil, Secretaria de Estado da Saúde, Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Secretaria de Inclusão Social, Secretaria de Comunicação, Emsetur, Pacific Eventos e BHS Eventos.