Campanha em Estância registra 588 cadastros para doador de medula óssea

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Publicada em 19/08/2017 às 00:30:00

Ação para ampliação de voluntários inscritos no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome), em Estância encerrou com 588 novos cadastros. Realizada pelo Centro de Hemoterapia de Sergipe (Hemose) unidade da Fundação de Saúde Parreiras Horta (FSPH) que integra a Rede Estadual de Saúde em parceria com a Polícia Militar de Sergipe (PM/SE) a campanha ocorreu num ponto fixo na Praça da Igreja Matriz e em empresas com a coleta itinerante.

No estande da Praça Barão de Rio Branco o cadastro recebeu a atenção da população, funcionários do comércio e servidores públicos que passaram pelo local. Após preencher o formulário, os voluntários seguiam para o ponto de coleta da amostra com 4 ml de sangue. O sargento Vanderlan do 6º Batalhão, contou que a motivação para fazer o cadastro foi o colega de farda. “A princípio esse cadastro é pra ajudar nosso colega, que está precisando. Mas sei que pode servir para outros pacientes, que como ele, busca um doador compatível”, ressaltou. José Messias Silva Santos ficou sabendo da campanha e também fez o cadastro. “É importante fazer o bem”, confirmou.

Nos pontos de coleta itinerantes realizados nas empresas Top Fruit, Quero Mais e Maratá as equipes realizaram o trabalho para o cadastramento de voluntários. O empresário Eraldo Passos Nascimento da Motociclo, conversou com os funcionários e pediu a colaboração. “É importante a gente ter essa consciência de ajudar ao próximo em qualquer situação. Temos que lembrar, que esse cadastro hoje é para um desconhecido nosso, mas um dia, pode ser para um funcionário, o pai, mãe ou familiar de qualquer de nos”, ponderou.

Responsável pele mobilização da ação no município a delegada Clarissa Lobo, relatou que o cadastro recebeu o apoio de vários segmentos empresariais e de voluntários que se somaram para incentivar o cadastro para doador de medula óssea. “Eu sempre quis ajudar, essa sempre foi minha proposta de vida. Já fui inclusive doadora de sangue, mas em 2014, tive câncer de mama e depois de quimioterapia e radioterapia, a gente não pode ser dador de qualquer órgão”, contou ao explicar que ao tomar conhecimento da campanha do cabo Rômulo, decidiu buscar o Hemose. “Foi um sucesso a campanha que cresceu e aqui teve o apoio de toda sociedade estanciana”, frisou Clarissa.