Sergipanas destaques em curso RAP- FIFA

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As árbitras assistentes sergipanas foram destaque no curso RAP, Programa de Assistência para Árbitros Fifa promovido, pela CBF. Foto: Divulgação
As árbitras assistentes sergipanas foram destaque no curso RAP, Programa de Assistência para Árbitros Fifa promovido, pela CBF. Foto: Divulgação

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Publicada em 29/10/2017 às 00:19:00

A arbitragem sergipana esteve muito bem representada no IV Curso RAP-FIFA Feminino realizado no Eco Resort Oscar Inn, na cidade de Águas de Lindóia (SP). O curso é resultado da parceria firmada entre a entidade máxima do futebol mundial, a FIFA, a Escola Nacional de Arbitragem de Futebol (ENAF) e a CBF. Sete árbitras e 33 assistentes tiveram emum período de cinco dias, atividades preparatórias, sob o comando de experientes instrutores.

Sergipe esteve representado pelas árbitras assistentes Vaneide Vieira Góis, Vanessa Azevedo, Tâmara Nayara e Fernanda Franciellen.As quatro foram destaques pelo excelente desempenho e os resultados obtidos no curso, especialmenteVaneide Vieira de Gois, que pelo segundo ano consecutivo obteve a maior média, entre as 40 mulheres participantes de todo Brasil, para o orgulho da Comissão Estadual deArbitragem e de toda arbitragem sergipana.

O RAP (Abreviação da expressão em inglês Referees Assistance Programme ou Programa de Assistência para Árbitros) promove aulas práticas e teóricas, visando a uma busca pela evolução e desenvolvimento das participantes.

Na abertura, a instrutora física da FIFA, Cristian Rosen, parabenizou a CBF por seu apoio ao aprimoramento do ofício e lembrou do esforço dos dirigentes em desenvolvimento do gênero feminino. Ela destacou que o quarteto que foi ao recente curso na Conmebol, formado por Edina Batista, Neuza Back, Tatiane Camargo e Rejane Corrêa, teve um excelente desempenho nos pilares técnicos, físicos e no mental. Tudo isto é fruto da atenção e do forte investimento da CBF.

Durante o curso foram passados os objetivos das aulas e iniciado o pilar mental, com a psicóloga da CBF, Marta Magalhães, que visa a um melhor equilíbrio para a mente. A profissional já promoveu alguns testes com as alunas e mediu níveis de concentração.  As atividades contam com árbitras e assistentes jovens e experientes, com idades entre 22 e 44 anos. A ideia é que ocorra uma troca de conhecimentos com esta mescla.