Valadares Filho destaca os retrocessos do governo federal

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto
O deputado federal Valadares Filho. Foto: Divulgação
O deputado federal Valadares Filho. Foto: Divulgação

Clique nas imagens para ampliar

Publicada em 24/11/2017 às 06:27:00

Para o deputado Valadares Filho (PSB-SE), os brasileiros estão presenciando uma série de retrocessos em políticas públicas essenciais.

“Em função dos cortes orçamentários e de um conjunto deliberado de decisões que demonstra o completo descaso do Poder Executivo com as populações mais carentes, o governo federal coloca em risco conquistas históricas da população brasileira, no que diz respeito a serviços essenciais”, destaca o deputado sergipano em pronunciamento feito hoje (23/11) na tribuna da Câmara.

Na saúde, Valadares Filho ressalta que é visível a queda na qualidade dos serviços prestados pelos hospitais públicos; sem falar da interrupção do “Farmácia Popular”, programa que distribuía medicamentos de uso contínuo à população mais carente.

Na educação, os cortes foram nas verbas das Universidades Públicas, dos Institutos Federais Brasil (os IFBs), e de programas como o Pronatec, Ciências sem Fronteiras, Fies, Prouni. “Ou seja, programas que possibilitavam o acesso da população mais carente à educação de qualidade”.

O governo também cortou recursos do Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar. No ano passado foram mais R$ 160 milhões cortados. O valor era repassado à Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), que comprava produtos vindos da agricultura familiar. “Com essa quebra de um programa vitorioso, cerca de 188 mil famílias de 930 cooperativas deixaram de ser assessoradas na gestão de seus negócios”.

O maior programa de habitação popular da história do Brasil também foi atacado pelo atual governo. As regras do Minha Casa Minha Vida foram alteradas e as metas reduzidas.  “Em setembro do ano passado, Temer acabou com o uso do FGTS para financiar o Minha Casa Minha Vida. A suspensão do programa não só impactou 6,1 milhões de famílias que precisam de moradia digna como outras tantas pessoas que perderam seus empregos”. 

Para o deputado sergipano, o mais grave foi o corte no programa Bolsa Família. “Essa medida levou o Brasil de volta ao mapa mundial da fome da ONU”. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de 7 milhões de pessoas convivem, atualmente, com a fome no Brasil.