Ana Lúcia parabeniza união dos trabalhadores e trabalhadoras durante Greve Geral

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto

Publicada em 07/12/2017 às 06:31:00

Em seu pronunciamento na Assembleia Legislativa de Sergipe desta quarta-feira, 06, a deputada estadual Ana Lúcia parabenizou a união das centrais sindicais, CUT, CTB, UGT e CSP Conlutas, que construíram a grande greve geral desta terça-feira (05). Militante histórica do movimento sindical, a deputada estadual Ana Lúcia esteve lado a lado com os trabalhadores e trabalhadoras durante as atividades da greve.

“Os trabalhadores e trabalhadoras de Sergipe estiveram nos vários pontos de nosso estado gritando que nós não aceitaremos esta reforma previdenciária e que estamos na luta para a revogação da reforma trabalhista. Todos estão de parabéns pela união, pela organização, pela coragem de resistir e pela esperança que está sendo mantida de que é possível sim revertermos este quadro, este caos que está se estabelecendo neste país, esta política de barbárie”, apontou.

A deputada estadual Ana Lúcia destacou que os trabalhadores contam com o apoio de vários segmentos da Justiça, principalmente do Ministério do Público do Trabalho. Neste sentido, ela parabenizou vários juízes que tem interpretado que a reforma trabalhista é inconstitucional e, portanto, continuam julgando os processos trabalhistas à luz da CLT.

“A partir da central que ajudei a construir, a CUT, quero saudar todos os trabalhadores e trabalhadoras e dizer avante: vamos continuar na luta para que possamos impedir a consolidação do neoliberalismo e deste projeto desumano que retira direitos dos trabalhadores, os direitos sociais e culturais, enfim, todos os direitos da população que foram conquistados com muita luta”, finalizou Ana Lúcia.

 

Dia Internacional de Direitos Humanos - Ana Lúcia registrou ainda a intensa programação da semana dos Direitos Humanos que está sendo realizada em Sergipe e lembrou que 10/12 é o Dia Internacional de Direitos Humanos. Ela informou que irá fazer um pronunciamento na próxima semana apresentando dados que mostram como o Estado brasileiro, que vem se reestruturando no neoliberalismo pelo governo golpista, tem negado os direitos fundamentais da pessoa humana à população. “Defensor de Direitos Humanos não é ‘defensor de bandido’. Quem tem esta tese é quem defende a exclusão, é quem defende uma política de concentração de riqueza”, avaliou.