Campanha do Laço Branco movimenta Centro de Aracaju

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Publicada em 07/12/2017 às 06:41:00

A Campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres acontece  simultaneamente em 160 países através do engajamento da sociedade civil e poder público. Aqui em Sergipe não é diferente. Nesta quarta-feira, 06 de dezembro, a Seidh, através da Coordenadoria Estadual de Políticas Públicas para as Mulheres, realizou a Campanha do Laço Branco – Homens Pelo Fim da Violência Contra a Mulher e a 4ª Feira de Mulheres Artesãs e Agricultoras.

Quem passou pela praça General Valadão, no Centro, recebeu um laço branco, instrumento que simboliza a mobilização e a conscientização dos homens pelo fim de todas as formas de violência contra a mulher. “Recebi meu laço e apoio essa causa nobre. Precisamos cada vez mais orientar nossos amigos, filhos e irmãos que a mulher merece nosso carinho, respeito e cuidado. É preciso denunciar os agressores se percebermos algum tipo de violência em nosso meio”, falou o aposentado José Ailson, referindo-se ao número 180, um canal criado para receber denúncias e orientar mulheres vítimas de violência.

Para a coordenadora Estadual de Políticas Públicas para as Mulheres, Edivaneide Lima, o laço branco representa a adesão de toda a sociedade – especialmente os homens - no combate à violência. “Unimos nossos esforços e pensamentos para fortalecer toda a Rede de Atenção para o enfrentamento. Contamos com a parceria de movimentos sociais que também lutam em consonância para impulsionar as ações de igualdade, saúde, justiça, direitos humanos e educação”, afirmou.

Além da distribuição dos laços, a Seidh levou o Ônibus Lilás para a praça General Valadão. A unidade móvel disponibiliza informações, atendimento psicológico individual e orientação jurídica. Todos os serviços integram as Políticas Públicas e ações voltadas para a conscientização e atendimento às mulheres desenvolvidas pelo Governo do Estado, com atenção especial às vítimas de violência. “O Ônibus Lilás vai até os lugares mais distantes para orientar a quem precisa através de palestras, levando o incentivo ao empoderamento”, ressaltou a coordenadora.