Princípio de incêndio atinge sala de sede do MPF

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto
SEGUNDO O MPF, O INCÊNDIO FOI DE PEQUENAS PROPORÇÕES. Foto: Portal Infonet
SEGUNDO O MPF, O INCÊNDIO FOI DE PEQUENAS PROPORÇÕES. Foto: Portal Infonet

Clique nas imagens para ampliar

Publicada em 06/01/2018 às 06:05:00

Gabriel Damásio

 

Um princípio de incêndio atingiu o Edifício Aracaju Boulevard, um prédio comercial na rua José Carvalho Pinto, loteamento Garcia, bairro Jardins (zona sul de Aracaju), por volta das 19h40 desta quinta-feira. De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, o fogo começou no segundo andar do edifício, que abriga, entre outras empresas e instituições, a sede do Ministério Público Federal (MPF) em Sergipe.

Não havia pessoas dentro do prédio na hora do incidente, pois o expediente já havia encerrado. No entanto, o incêndio foi detectado por um vigilante do MPF, que desconfiou do cheiro forte de fumaça e avisou aos administradores do condomínio. Cinco soldados de uma equipe do Corpo de Bombeiros estiveram no local e controlaram as chamas, que destruíram parcialmente uma do andar onde fica o MPF.

De acordo com o tenente Valter Alves, oficial-de-dia e comandante da operação, houve dificuldades para localizar o foco do incêndio, pois o andar atingido tem várias salas e praticamente nenhuma visibilidade do lado de fora. Ele explicou que os militares tiveram que abrir as portas de cada sala até encontrar a que estava queimando. Os bombeiros permaneceram no local por cerca de duas horas e conseguiram controlar o incêndio. Eles avaliam que trabalho foi facilitado pelo funcionamento do sistema de combate a incêndio do edifício, que funcionou dentro dos padrões corretos. O Aracaju Boulevard foi inaugurado a menos de um ano.

O MPF confirmou que o incêndio foi de pequenas proporções e causou poucos prejuízos ao prédio da instituição. Disse também que os funcionários estão em período de recesso, mas algumas atividades estão sendo realizadas apenas na parte da tarde. As causas do incêndio são desconhecidas e serão apuradas através de uma perícia dos Bombeiros, que deve ficar pronta em até 30 dias.