Diretoria da Amase é empsosada

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Publicada em 07/02/2018 às 09:27:00

 "A defesa intransigente das prerrogativas da magistratura, assim como os direitos dos magistrados aposentados e das pensionistas, o aprimoramento das regras de organização judiciária, inclusive com a criação de novas vagas de primeiro e segundo graus de jurisdição, a implantação de melhores condições de trabalho aos magistrados e magistradas, a fim de lhes preservar a saúde e promover a devida segurança pessoal, além da democratização do Judiciário, notadamente quanto às eleições diretas para os Tribunais". Estes são os principais temas que ocuparão a agenda da administração do Juiz de Direito, Marcos de Oliveira Pinto, pelos próximos dois anos à frente da Amase - Associação dos Magistrados de Sergipe.

A gestão sob o comando de Marcos de Oliveira Pinto é formada pelo vice-presidente geral, Gustavo Adolfo Plech Pereira; o secretário-geral, Roberto Alcântara de Oliveira Araujo; do vice-presidente de Patrimônio e Finanças, Diógenes Barreto e a vice-presidente de Relações Institucionais, Dauquíria de Melo Ferreira. O Conselho Consultivo e de Defesa das Prerrogativas da Magistratura têm à frente os juízes Henrique Gaspar Mello de Mendonça, Cláudia do Espírito Santo e Karyna Torres Gouveia Marroquim Abdala.

Numa posse concorrida da nova diretoria da Amase, na última segunda-feira, dia 05, com as presenças das autoridades sergipanas o Poder Executivo, representado pelo vice-governador, Belivaldo Chagas; do Presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Cezário Soqueira Neto; do Poder Legislativo, representado pelo deputado Garibalde Mendonça, vice-presidente da Assembléia Legislativa do Estado; além da presença do presidente da AMB - Associação dos Magistrados  Brasileiros -, Jayme Martins de Oliveira Neto.

No discurso de posse o presidente da Amase apontou que fará uma gestão associativa transparente e participativa. "Ainda mais no momento atual em que a união é o caminho a ser percorrido, frente aos ataques permanentes, mentirosos e desonestos que se projetam sob a magistratura, tanto em questões locais, como em problemáticas nacionais", afirmou chamando a atenção para a campanha engendrada nos dias atuais para desmoralizar a Magistratura que quer deslegitimar o combate à corrupção. "Querem colocar os julgadores nos bancos dos réus, atar-lhes a boca e amarrar as suas mãos, amesquinhar suas prerrogativas e criminalizar o seu poder de polícia", afirmou ainda.